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Backsplash na cozinha: beleza e funcionalidade para o ambiente

Algo que passava despercebido nas cozinhas mais antigas, hoje faz toda a diferença: o revestimento que fica atrás da pia ou do fogão, conhecido como backsplash ou rodabanca. Mais do que proteger a parede de gordura e umidade, ele ganhou destaque na decoração. Hoje o backsplash na cozinha traduz a personalidade do morador, por isso o tipo de material e as cores são escolhidos com cuidado.  

Backsplash na cozinha: beleza e funcionalidade para o ambiente
Modelo de backsplash na cozinha – Foto: Nathalie Art

As arquitetas Claudia Yamada e Monike Lafuente, do Studio Tan-Gram, explicam que o backsplash na cozinha ajuda na maior durabilidade da parede, além de ser mais fácil de limpar do que as somente com pintura. O ideal, segundo as profissionais, é escolher revestimentos pouco porosos, pois eles não absorvem substâncias, como produtos de limpeza e alimentos, e não mancham com tanta facilidade.  

“Os mais indicados são as cerâmicas, porcelanatos e ladrilhos hidráulicos, especialmente os modelos com juntas pequenas e que necessitam de menos rejunte. O backsplash pode ser o destaque do ambiente. É possível brincar com cores, texturas, formatos e paginações diferenciadas”, explica Claudia.  

Opções são variadas, mas existem tendências

Uma boa opção é apostar em revestimentos que relembram os tijolinhos de metrô. Revestimentos geométricos ou estampados, como os ladrilhos hidráulicos, também são tendência e apostas certeiras, diz Monike. “Não existe regra na hora de escolher o backsplash. Tudo depende do lifestyle de quem mora e do estilo de todo o projeto”. 

Backsplash na cozinha: beleza e funcionalidade para o ambiente
O tipo de backsplash escolhido vai depender do estilo de vida do morador e do projeto escolhido – Foto: Studio Tangram

“Para valorizar ainda mais, é possível apostar em uma iluminação direcionada, ampliando o destaque da parede. Apesar de não existir regra na hora da escolha, é importante que o backsplash na cozinha harmonize com o restante do projeto”. 

Não é preciso uma enorme reforma para optar pelo backsplash. “Ele moderniza o espaço sem a necessidade de uma grande obra. E também é uma opção econômica, pois permite revestir apenas uma área específica da parede”, ressalta Claudia. 

 

Fonte: Revista ZAP

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Cachorro em apartamento: como escolher o companheiro ideal para morar com você

Os cachorros ainda ganham a preferência da maioria dos brasileiros na hora de escolher um animal de estimação. No Brasil, estão presentes em 33,8 milhões de casas, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para quem vive em apartamento e está pensando em adotar um cão, é importante saber que é possível ter qualquer tipo de pet, independentemente do tamanho, seja do animal ou do imóvel, já que o cachorro não precisa de tanto espaço quanto se imagina. Porém, algumas variáveis podem ser determinantes para acertar na escolha.

Segundo a veterinária Manuela Passos, a principal necessidade do cachorro é gastar energia e a escolha não está relacionada ao tamanho do apartamento. “É possível criar um golden retriever ou um labrador em apartamento, mas precisa estar atento à questão da energia. Se o tutor, por exemplo, trabalha muito e não vai ter muito tempo para descer ou brincar, não deve pegar um cão com muita energia, como um labrador”, afirma. 

 

Outra questão é avaliar o perfil comportamental da raça para ter o cachorro em apartamento. “Se uma criança for cuidar do cão, é melhor evitar os mais dominantes porque ele vai mandar na casa porque não vai ter ninguém mais dominante em cima dele. Outros perfis são mais sociáveis, como bulldogs, mas têm muita energia e vão demandar mais atividades. Já o Golden, se o tutor dorme o dia todo, ele também vai dormir, mas demanda um cuidado maior com a pele”, detalha. 

 Cachorro em apartamento: o bulldog francês Tom precisa de atividades para gastar a energia
O bulldog francês Tom precisa de atividades para gastar a energia – Crédito da foto: Tom.obuldogue/Divulgação

Para quem vai adotar um vira lata, ainda que não se conheça o perfil de cada, a relação com o apartamento também costuma ser tranquila. “Animais adotados e resgatados têm uma gratidão que não é vista em outros animais, principalmente se forem adultos, eles não costumam destruir a casa”, acrescenta Manuela Passos. 

Cachorro em apartamento: o vira lata Rufus foi adotado já adulto e é bastante tranquilo
O vira lata Rufus foi adotado já adulto e é bastante tranquilo – Crédito da foto: Luchino Marchi/Divulgação

Convivência com os vizinhos quando se tem cachorro em aparamento

Ainda é preciso ficar atento à convivência com vizinhos. “Gastar a energia do cachorro pode evitar latidos, choro e ansiedade e, portanto, problemas com vizinhos”. Também é preciso atenção às regras do condomínio. “Não existe regra que possa ultrapassar a do município, no geral não se pode proibir cachorro em apartamento. Mas alguns condomínios não permitem cães grandes no elevador, então é preciso ter cuidado porque algumas raças não toleram descer escada, como labradores mais velhos. Outra questão é que alguns condomínios permitem elevador com a guia, outros no colo, mas não as pessoas não vão conseguir com um cão grande”.

 

Fonte:   Zap Imoveis

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Imposto de Renda 2021: como fazer a declaração

Está aberta a temporada de entrega da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física 2021, ano-base 2020. Até o dia 31 de maio, cerca de 32 milhões de contribuintes deverão acertar as contas com o Fisco.

Quem estiver obrigado e não apresentar ou entregar a declaração fora do prazo vai pagar multa de no mínimo R$ 165,74, mesmo que não tenha imposto a pagar. O valor máximo é o equivalente a 20% sobre o IR devido.

Confira as dicas e recomendações do tributarista Valdir Amorim, coordenador de impostos da IOB, e do analista editorial sênior da IOB, David Soares.

O que mudou em 2021?

Neste ano, o acerto de contas com o leão tem algumas novidades. Entre as boas notícias, as restituições serão pagas mais cedo, em cinco lotes, como aconteceu no ano passado. O primeiro lote será liberado já em maio, no dia 31.

Outra novidade importante é que os beneficiários do auxílio emergencial que tiverem obtido rendimentos tributáveis acima de R$ 22.847,76 ao longo de 2020 são obrigados a fazer a declaração. Além disso, os beneficiários do auxílio que se enquadrarem nessa situação deverão devolver os valores recebidos por eles e por seus dependentes.

Segundo a Receita Federal, com o aumento no número de fintechs e de bancos digitais, surgiu a necessidade de ter um mecanismo de restituição de contas de pagamento. Para as declarações com imposto a restituir, será possível selecionar a partir deste ano “conta de pagamento” para o crédito da restituição, além de “conta corrente” e “conta poupança”.

Ainda, as criptomoedas já eram declaradas seguindo a legislação e os valores mínimos, mas agora a Receita Federal criou três tipos de criptoativos para a declaração. Para o contribuinte declarar criptoativos, basta ir na ficha “Bens e Direitos”. Há três novos códigos: a) 82 – Criptoativo Bitcoin (BTC); b) 82 – Outros criptoativos, do tipo moeda digital (altcoins, como Ether); e c) 89 – Demais criptoativos (não considerados moedas digitais, mas classificados como security tokens).

Documentos necessários

O contribuinte deverá manter os comprovantes de todos os rendimentos obtidos ao longo do ano passado. Isso inclui informe de rendimento das fontes pagadoras (empresas, governo, pessoas físicas etc.). Também é preciso guardar comprovantes de  rendimentos de aplicações financeiras em bancos e corretoras.

Comprovantes de despesas próprias ou de dependentes com médicos, hospitais e clínicas; com planos de saúde, dentistas e psicólogos. Também com gastos para instrução própria e de dependentes.

Quem paga pensão alimentícia, homologada pela Justiça, também deve manter os comprovantes de pagamento feitos ao beneficiário. Informações sobre dívidas contraídas no ano anterior, além de comprovantes de eventuais compra e venda de bens móveis e imóveis.

É fundamental manter comprovantes de todas as receitas e despesas dos dependentes, bem como os comprovantes dos seus respectivos bens e direitos. Amorim lembra que é obrigatório guardar por cinco anos todos os documentos referentes à Declaração. Por precaução, ele recomenda que se guarde por pelo menos seis anos.

Passo a passo: como preencher a declaração

Com tudo em mãos, o primeiro passo é baixar o Programa Gerador da Declaração (PGD IRPF 2021) no site da Receita Federal.

O contribuinte que quiser fazer a declaração por meio de smartphones ou tablets também pode baixar o aplicativo “Meu Imposto de Renda” no Google Play (para Android) ou na AppStore (iOS).

Quem possuir certificado digital, poderá acessar o Centro Virtual de Atendimento e-CAC no site da Receita. Nesse caso, encontrará a declaração pré-preenchida, bastando apenas validar as informações.

É importante conferir se está ou não obrigado a informar o número do recibo da declaração de ajuste do ano anterior. Segundo Soares, o contribuinte está dispensado dessa exigência se a soma dos seus rendimentos e dos dependentes, sujeitos ao ajuste anual, for inferior a R$ 200 mil.

O programa é autoexplicativo e auxilia no preenchimento, garante o analista. As instruções estão disponíveis a partir do menu “Ajuda” ou acionando a tecla “F1” no campo desejado. O contribuinte deve selecionar na “Tela de Entrada” “nova declaração”, “em preenchimento” ou “já transmitidas”.

A partir daí, o contribuinte deve preencher cada um dos quadros com as informações necessárias. Soares recomenda que, após a entrega, é importante não esquecer de conferir o “status” da declaração. Se tiver alguma pendência, basta regularizar.

Declaração simples ou completa?

A versão Simples da Declaração é destinada aos contribuintes que tiveram poucas despesas no ano passado.

Nessa opção, os valores dos rendimentos tributáveis sofrem dedução automática de 20%, limitados a R$ 16.754,34. Ou seja, abre-se mão de todas as deduções permitidas, incluindo as com gastos com educação e saúde.

Se o contribuinte não tiver recebido rendimentos tributáveis no ano passado, pode optar por um ou por outro modelo, pois nesse caso não terá imposto a pagar ou a restituir, destaca Amorim.

Para fazer a opção pela tributação com base nas “Deduções Legais”, ou pelo “Desconto Simplificado”, o contribuinte deve preencher a declaração normalmente.

Quando todos os dados tiverem sido inseridos, deve consultar, no menu da esquerda do programa, o item “Opção pela Tributação”. Lá, vai poder optar por aquela que oferecer a menor “alíquota efetiva” do imposto. Ou seja, que lhe proporcione um menor valor de imposto a pagar, ou maior valor de imposto a restituir.

Quem deve declarar

  • Pessoas físicas residentes no Brasil que tiveram, no ano passado, rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70, como salários;
  • Quem recebeu rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, superiores a R$ 40 mil, em 2020, como doações e herança;
  • Quem, no ano passado, teve receita bruta superior a R$ 142.798,50 em atividade rural;
  • Quem pretende compensar prejuízos com a atividade rural de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2020.
  • Quem tinha, em 31 de dezembro de 2020, bens e direitos (como imóveis, veículos e investimentos) que, somados, superavam R$ 300 mil;
  • As pessoas que tiveram ganhos de capital na alienação de bens ou direitos ou aplicaram em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros ou assemelhadas em 2020;
  • Quem vendeu, no ano passado, imóvel residencial e usou o recurso para compra de outra residência para moradia, dentro do prazo de 180 dias da venda, e optou pela isenção do IR;
  • Pessoas que passaram a residir no País em qualquer mês do ano passado;
  • Pessoas que receberam o auxílio emergencial para enfrentamento da pandemia em qualquer valor e tiveram rendimentos tributáveis em valor anual superior a R$ 22.847,76.

Quem não se enquadra em nenhuma das hipóteses acima está automaticamente dispensado de apresentar a Declaração de Imposto de Renda.

Porém, se, mesmo assim quiser fazer, não há impedimento. Neste caso, mesmo que a pessoa entregue fora do prazo, o especialista garante que não haverá multa, justamente porque não estava obrigada a cumprir a exigência da entrega.

Também está dispensada de apresentar a declaração a pessoa que constar em declaração de outra pessoa física. É o caso dos filhos que estão incluídos como dependentes dos pais.

Amorim lembra que o dependente já está declarando de forma indireta. Por isso mesmo que na declaração do titular deverão constar todos os seus rendimentos, bens e direitos que possuir em seu nome. O especialista acha importante o contribuinte verificar se o dependente já não tem que apresentar declaração própria.

Importante ressaltar que qualquer investimento em Bolsa de valores enquadra o contribuinte imediatamente nas regras de obrigatoriedade de declaração, mesmo que os valores aplicados sejam inferiores ao limite mínimo tributável. Saiba mais sobre declaração de investimentos no IR 2021.

Tabela Regressiva e alíquotas

A tabela do IR, mais uma vez, não foi atualizada. Desde 1996, a defasagem ultrapassa os 113,09%, de acordo com estudo do Sindifisco (Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal).

A inflação medida pelo IPCA subiu 346,69% entre 1996 e 2020, enquanto os reajustes da tabela do IR ficaram em 109,63%, o que resulta na defasagem de 113,09%, acordo com os cálculos do Sindifisco.

Nos últimos 24 anos, a correção superou a inflação apenas em cinco: 2002, 2005, 2006, 2007 e 2009. A última atualização aconteceu em 2015.

Veja a seguir as alíquotas cobradas, de acordo com a base de cálculo anual do IR, válida para 2021 (ano-calendário de 2020).

Base de Cálculo (R$)AlíquotaParcela a Deduzir do IR
Até R$ 22.847,76IsentoR$ 0,00
De R$ 22.847,77 até R$ 33.919,807,50 %R$ 1.713,58
De R$ 33.919,81 até R$ 45.012,6015,00 %R$ 4.257,57
De R$ 45.012,61 até R$55.976,1622,50 %R$ 7.633,51
Acima de R$ 55.976,1627,50 %R$ 10.432,32

O que deve ser declarado

É importante declarar todas as fontes de renda. O contribuinte deve informar tudo o que recebeu como assalariado, como prestador de serviços, como sócio de empresa ou como aposentado.

Amorim ressalta que é comum aposentados que têm outro emprego esquecerem de informar os ganhos com as duas fontes nas fichas correspondentes, o que acaba resultando em inconsistências que levam à malha fina.

Também deve constar na declaração o que o contribuinte recebeu de fontes do exterior. O contribuinte precisa informar o que recebeu de outras pessoas físicas, a exemplo daqueles que recebem aluguéis ou pensão alimentícia.

Até mesmo aquelas receitas sobre as quais não é necessário recolher imposto, como os rendimentos da caderneta de poupança, devem ser apresentados na declaração. Também entram nesse item, além da poupança, bolsas de estudo, lucros de sócios, entre outros rendimentos isentos e não tributáveis.

Todos os rendimentos obtidos com aplicações financeiras precisam ser declarados. Segundo Amorim, até mesmo aquelas aplicações automáticas que o banco faz do dinheiro que fica na conta corrente. Segundo o especialista, a Receita está de olho nas inconsistências entre valores declarados e patrimônio correspondente à renda. Ou seja, a variação patrimonial precisa ser compatível com a renda.

 

O contribuinte também deve informar ao Fisco tudo o que recebeu de forma acumulada. Caso de salários, pensões ou aposentadorias depositadas de uma só vez, resultantes de ações judiciais. Nesses casos, os valores devem ser informados em Rendimentos Recebidos Acumuladamente (RRA), novidade na declaração deste ano, segundo o especialista.

O contribuinte tem de informar ainda todos os pagamentos efetuados a pessoas físicas. Isso inclui despesas como pensão alimentícia (resultantes de decisão judicial), aluguéis, arrendamento rural, instrução, pagamentos a profissionais autônomos, como médicos, dentistas, psicólogos, advogados, engenheiros, arquitetos, corretores, professores, mecânicos etc.

Também devem constar pagamentos a pessoas jurídicas, quando dedutíveis na declaração. Além disso, é preciso informar todos os bens e direitos que constituíam o seu patrimônio (e de dependentes) em 31.12.2020.

As doações feitas a pessoas físicas e jurídicas, entidades e partidos políticos também precisam constar da Declaração de Imposto de Renda, obrigatoriamente.

Doações diretamente na Declaração

As doações a Fundos controlados pelos Conselhos do Idoso e da Criança e do Adolescente feitas diretamente na declaração do IRPF-2021 podem ser deduzidas no IR até o limite de 3% do imposto devido. Mas o somatório das deduções, incluindo outros fundos, como o de Cultura, por exemplo, está limitado a 6% do imposto devido.

Para esses tipos de doações, a Receita exige a inclusão de informações complementares sobre alguns tipos de bens, como imóveis, veículos, aeronaves e embarcações. Também deverá constar na declaração detalhes de conta corrente e de aplicações.

No caso de imóveis doados, é necessário colocar a data de aquisição, área do imóvel, inscrição municipal (IPTU), registro de inscrição no órgão público e registro no cartório de imóveis.

O mesmo vale para doações de veículos, aeronaves ou embarcações. O contribuinte deve informar o número do Renavam ou o registro no correspondente órgão fiscalizador.

Deduções

As deduções do Imposto de Renda são, basicamente, os valores que você pode abater da sua declaração. Entre as deduções estão os gastos feitos ao longo de 2020 que, se declarados, podem reduzir o quanto o contribuinte vai pagar de imposto ou mesmo aumentar a restituição.

Os gastos relacionados à saúde, educação, previdência privada, pensão e dependentes podem ser deduzidos na sua declaração.

No caso de saúde, gastos com consultas médicas particulares, cirurgias plásticas, hospitais, tratamentos odontológicos, fisioterapia, exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos, próteses dentárias, entre outros. As despesas médicas realizadas no exterior também podem ser deduzidas.

Em relação à educação, o contribuinte pode deduzir gastos próprios e também os gastos que teve com os seus dependentes. Somente podem ser deduzidas as despesas relacionadas à: educação infantil (creches e pré-escolas); ensino fundamental e ensino médio; educação superior (graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado e especialização); e ensino técnico e tecnológico. Deduções de cursos de outros idiomas, como cursos de inglês, por exemplo, ou mesmo aulas de esportes e música, não são permitidas.

Ainda, sobre deduções possíveis no âmbito da previdência privada: os contribuintes que têm planos de previdência PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) podem reduzir a base de cálculo do IR em até 12%. A dedução não vale os planos VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre).

No caso de pensão alimentícia, o contribuinte que efetua o pagamento pode deduzir o gasto de sua declaração desde que a pensão tenha sido definida por decisão judicial ou por escritura pública (extrajudicial). Vale lembrar que o contribuinte que paga pensão não pode incluir o filho como dependente.

Também é possível deduzir doações feitas: a) aos fundos controlados pelos conselhos municipais, estaduais, distrital e nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA); b) aos fundos controlados pelos conselhos nacional, distrital, estaduais ou municipais do Idoso; e c) ao Fundo Nacional de Cultura (FNC), à produções audiovisuais, entre outros.

Quanto às deduções por dependente, Amorim explica que elas são as mesmas que as do ano passado e recomenda que se verifique se foram incluídas todas as receitas recebidas pelos dependentes. Ele diz que é bom checar também se a renda que o dependente recebe já não o obriga a fazer a declaração sozinho.

Confira os limites das deduções:

  • Gastos com saúde (não há limites, dentro das regras da Receita)
  • R$ 3.561,50 por ano com despesas com educação do contribuinte, dependentes ou alimentandos;
  • Até 12% de rendimentos tributáveis por previdência complementar;
  • O somatório das deduções de doações feitas para as crianças e adolescentes, os idosos e a cultura está limitado a 6%;
  • R$ 2.275,08 por dependente, atendidas as regras da Receita;

Calendário do Imposto de Renda 2021

O período de entrega da Declaração de IR 2021, ano-base 2020, começa no dia 01 de março e vai até as 23h59 do dia 31 de maio. O pagamento do imposto devido pode ser feito em até oito cotas. O primeiro vencimento é no dia 31 de maio. As demais parcelas devem ser pagas até o final dos meses subsequentes. O valor mínimo de cada cota é de R$ 50.

Amorim lembra que é possível o contribuinte pagar um valor maior e diminuir o número de parcelas. O contribuinte também pode optar pelo débito automático, desde que tenha feito essa opção no Programa Gerador da Declaração (PGD) ou no menu “Meu Imposto de Renda”.

Lembrando que quem não entregar a declaração no prazo está sujeito à multa de 1% do imposto devido por mês de atraso, com valor mínimo de R$ 165,74. O valor máximo é o equivalente a 20% sobre o IR devido.

Restituições

Os valores serão pagos em cinco lotes, a partir de maio. O primeiro está previsto para o dia 31 de maio. Os demais serão pagos em junho (30), julho (30), agosto (31) e setembro (30).

A prioridade de pagamento será dada a idosos, portadores de doenças graves, deficientes físicos e mentais. Quem enviar a declaração no início do prazo, sem erros ou omissões, também poderá receber mais cedo a restituição. Também no caso de restituição, é preciso apontar o banco para depósito.

  • 1º lote: 31 de maio
  • 2º lote: 30 de junho
  • 3º lote: 30 de julho
  • 4º lote: 31 de agosto
  • 5º lote: 30 de setembro

Como acompanhar a situação da declaração

O contribuinte só consegue acompanhar o processamento de sua declaração depois de entrega-la. Para isso, deve acessar o item “Meu Imposto de Renda (Extrato da DIRPF).”, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC).

O acesso ao serviço pode ser efetuado via código de acesso ou certificado digital. Para gerar um código de acesso, é preciso ter em mãos os números dos recibos das  duas últimas declarações entregues. Nessa área o contribuinte pode verificar se há pendências e se a sua declaração ficou retida na malha fina.

 

Fonte: infomoney

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Saiba o que é ITBI

O ITBI deve ser pago na compra e venda de um imóvel. Por conta disso, se você pretende adquirir uma propriedade, é importante ficar atento para o que é o ITBI e quais os valores cobrados pelo país.

Taxa é referente ao valor da transmissão da escritura na compra do imóvel e equivale a uma % do valor total do bem.

 

Ao comprar um imóvel, muita gente é surpreendida com um custo adicional. Esse valor —  que pode variar dependendo da região — corresponde ao ITBI.

O ITBI deve ser pago na compra e venda e também na hora de cessão de direitos. Por conta disso, se você pretende adquirir uma propriedade, é importante ficar atento para o que é o ITBI e quais os valores cobrados pelo país.

Quer entender melhor o que é ITBI? Confira o post que a Lopes preparou para você!

O que é ITBI?

Quando se compra ou vende um imóvel, é necessário recolher o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Esse imposto não é cobrado no caso de doações e heranças. É inter vivos, que significa que o negócio é realizado entre pessoas vivas.

Porém, existe outro imposto estadual chamado conhecido como Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e por Doação (ITCMD), que deve ser pago no caso das transmissões de bens imóveis por doação e por herança.

Para quem pagamos?

O tributo é de competência municipal e deve ser pago ao município onde estiver situado o imóvel.

Como é calculado?

O valor do imposto é calculado com base na alíquota do ITBI e no valor venal do imóvel, ambos estabelecidos pelo município.

Por exemplo, em São Paulo a alíquota do ITBI é 2% aproximadamente (valor pode sofrer alterações com os anos). Assim, a comercialização de um imóvel com valor venal de R$ 700 mil teria incidência de R$ 14 mil.

Quem deve pagar?

Normalmente, as leis municipais estabelecem que o responsável pelo pagamento do ITBI é o comprador.

Isso não impede, contudo, que o contrato de compra e venda estabeleça o vendedor como responsável pelo pagamento do imposto. Nesse caso, se o vendedor não fizer o recolhimento, o fisco municipal cobrará do comprador.

Em que momento?

Algumas leis municipais estabelecem que o pagamento do ITBI deve ocorrer por ocasião da lavratura da escritura pública; em outras, por ocasião do registro da escritura.

O ITBI deve ser pago mesmo no caso de imóvel na planta?

Sim, é necessário pagar a taxa ainda que a propriedade esteja em fase de construção, ou seja, na planta. Ainda assim, isso deve acontecer somente depois do registro. O valor a ser pago é o mesmo calculado quando a propriedade estiver concluída.

Quais os documentos exigidos para solicitar a guia de pagamento?

Agora que você já sabe o que é ITBI, confira os detalhes da guia de pagamento desse imposto.

Na hora de pedir a guia de ITBI, é preciso apresentar uma documentação para transmissão de propriedade. Tudo depende, no entanto, do tipo de transação. Veja abaixo.

Compra e venda

  • Escritura Pública de Compra e Venda lavrada ou Minuta;
  • Instrumento Particular de Compra e Venda assinado, quando for imóvel financiado;
  • Indicação fiscal completa do imóvel a ser transmitido.
  • Matrícula do Registro Geral: se o imóvel for em condomínio não cadastrado na prefeitura do seu município, você deverá trazer a matrícula com Instituição ou Incorporação do Condomínio.

Cessão de imóvel

  • Escritura Pública de Compra e Venda lavrada ou a Minuta;
  • Instrumento Particular de Cessão ou a Minuta;
  • Indicação fiscal completa do imóvel;
  • Matrícula do Registro Geral: se o imóvel for em condomínio não cadastrado na prefeitura do seu município, você deverá trazer a matrícula com Instituição ou Incorporação do Condomínio.

É possível conseguir desconto no pagamento do ITBI?

É possível, sim, ter desconto no pagamento do ITBI, mas só no caso de primeiro imóvel e com transação realizada pelo Sistema Financeira de Habitação (SFH).

Quanto os municípios cobram?

Cada prefeitura estabelece sua alíquota de ITBI. Normalmente, ele não ultrapassa 4% do preço do imóvel, mas isso pode variar, como mencionamos no início.

Outros municípios podem alterar de acordo com o valor da propriedade e com a modalidade de financiamento. Casas populares recebem abatimento.

O que acontece se eu atrasar o pagamento do ITBI?

Quando o ITBI não é pago no prazo, você fica sujeito a pagar acréscimo de multas e juros. Tudo depende, no entanto, das regras do seu município, já que alguns recalculam o valor após o vencimento não acusar pagamento.

Caso seja necessário corrigir a declaração ou pedir nova avaliação do imóvel, é possível solicitar o serviço à prefeitura da sua cidade. Depois de quitado, é possível pedir declaração de pagamento.

Viu como é importante saber o que é ITBI e todas as suas particularidades? O ideal, portanto, é ficar atento aos prazos e evitar pagar juros e multas sobre o valor do seu imposto.

Aproveite e compartilhe esse conteúdo nas suas redes sociais e informe outros amigos!

Fonte: ImovelWeb

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Vantagens de comprar um imóvel na planta

Imóvel na planta ou pronto para morar? Nem sempre é fácil decidir, afinal, são muitos os fatores que precisam ser levados em consideração na hora de adquirir o imóvel próprio. Para você tomar a melhor decisão antes de fechar um negócio, separamos uma lista com as 6 vantagens de comprar um imóvel na planta. Confira!

Vantagens de comprar um imóvel na planta:

Preço mais acessível

Uma das maiores vantagens de comprar um imóvel ainda em construção é que seus custos são menores do que os daqueles que já estão prontos. Isso torna o preço do apartamento mais acessível, sendo ideal para famílias que querem economizar, sem perder a qualidade do imóvel.

Valorização imobiliária

Se, na hora da compra, o preço é menor, depois de pronto, o apartamento retoma sua valorização no mercado imobiliário. Isso acontece porque as imprevisibilidades que podem acontecer durante a construção são sanadas assim que a obra é finalizada.

Consequentemente, o apartamento se valoriza.

Infraestrutura moderna

Um imóvel na planta tem instalações mais modernas e em melhores condições. Não apenas a infraestrutura interna do apartamento, mas todo o prédio contará com redes elétrica e hidráulica novas, materiais de última linha e um bom acabamento. Isso evita preocupações com infiltrações, rachaduras, elevadores com defeito, portões velhos e demais problemas de manutenção.

Além disso, os espaços são melhor aproveitados e pensados estrategicamente no estilo de vida contemporâneo, o que garante maior conforto e praticidade no dia a dia dos moradores.

casal conversando com um corretor imobiliário sobre as vantagens de comprar um imóvel na planta

Facilidades no pagamento

Outra vantagem de comprar um apartamento na planta são as facilidades no pagamento oferecidas pelas construtoras, sendo possível uma negociação flexível.

Quem, por exemplo, opta por fazer um financiamento, pode negociar o valor da entrada, dividindo o restante em parcelas até a finalização da obra, ou, ainda, pagar uma porcentagem maior na entrada para reduzir os juros e a quantidade das parcelas restantes.

Documentação em dia

Comprar na planta oferece, ainda, maior desburocratização na hora de fechar o negócio. Como, anteriormente, o empreendimento não contava com moradores, você não corre o risco de ter problemas com taxas e impostos não pagos, registros incompletos, documentação atrasada e outros inconvenientes.

Planejamento para a mudança

Outro ponto positivo de imóveis na planta é que o proprietário tem maior prazo para planejar sua mudança.

Como as chaves são entregues só depois da obra pronta, há tempo suficiente para:

● Planejar os móveis e a decoração;
● Cotar a melhor transportadora;
● Conhecer a vizinhança do local;
● Estudar os novos trajetos que você e sua família farão;
● Programar toda a mudança com calma e organização.

Com todas essas vantagens, você ainda aumenta seu patrimônio, tendo a garantia de um investimento com retorno certo. Portanto, se está em busca de um imóvel, não deixe de considerar as vantagens de comprar um imóvel na planta.

Lembre-se apenas de pesquisar sobre o histórico da construtora e garanta o máximo de credibilidade e segurança para o seu investimento!

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Como escolher a pedra de granito para as pias da casa

Material ainda é o mais procurado para banheiros e cozinhas pela resistência e durabilidade.

 

Branco, azul, verde, marrom, cinza, vermelho ou o tradicional preto, um dos mais procurados. A pedra de granito para as pias da cozinha e do banheiro ainda é a principal escolha de quem está reformando a casa. Além de encontrar facilmente em qualquer marmoraria, o granito tem preço mais acessível que seus concorrentes (como mármore e silestone) e durabilidade grande.  

Trata-se de uma rocha natural, composta pelos minerais quartzo, feldspato e mica. A pedra de granito para as pias tem uma impermeabilização natural muito boa. A quantidade de grãos e pontinhos depende não só da cor: como é encontrado na natureza, os tons da mesma costumam variar de uma leva para a outra. 

pedra de granito para as pias
É possível encontrar diversos modelos para deixar a sua casa ainda mais bonita (Foto: Shutterstock)

“O granito é uma das pedras mais resistentes e duráveis. Por ser menos poroso, fica menos suscetível às manchas, riscos e aos agentes químicos, o que o torna uma melhor opção também para pisos, bancadas de cozinha e áreas afins, como varanda gourmet”, diz a designer de interiores Ana Weege. 

Para Ana, na hora de escolher é preciso levar em conta o lote da pedra, notar se existem manchas de ferrugem ou outras imperfeições. 

Preste atenção nos detalhes para acertar 

arquiteta Raquel Furlan, do Studio 184orienta quem está na fase de escolha a pensar nas cores e no acabamento final – se rústico, acetinado ou polidoSegundo ela, escolher tons mais claros ou escuros depende do gosto de cada um. 

Os mais claros dão uma ideia de maior luxo e os mais escuros de mais intimidade, futurismo e contemporaneidade. Hoje os mais utilizados estão entre os tons de cinza. As cores precisam seguir harmonia do ambiente. Se for um espaço com revestimentos claros, podemos usar pedras mais escuras e vice-versa”. 

pedra de granito para as pias
A combinação de móveis claros com pedras pretas é uma ótima escolha (Foto: Shutterstock)

Especialista em polimento de pedras, Bruno Lima, da empresa Grand Polishlembra que quando se trata de cozinha, o uso de muitos produtos pode manchar com mais facilidade as pedras de tons mais claros, como um branco polar, por exemplo.  

Qualquer tipo de pedra ornamental é propenso a manchas, como de óleo, café, refrigerantes e vinhos. Quando a escolha for tom claro, vale a pena fazer uma boa impermeabilização do material para melhor proteção. Por esse motivo, é comum o uso dos tons pretos”, diz.  

Cuidados na conservação da sua pia 

Lima explica que a corrosão do granito é muito mais lenta se comparado a um mármore, por exemplo. “É um material para a vida toda, pois existe a opção de polir e recuperar seu aspecto, sem a necessidade de quebrar para trocar”. 

pedra de granito
Pedra de granito clara (Foto: Shutterstock)

O especialista ressalta que para conservar bem e evitar manchas na pedra de granito para as pias nunca se deve usar produtos corrosivos para a limpeza, como água sanitária, sabão em pó ou limpador de pedras.  

“Somente detergente neutro e álcool para manutenção. Caso caia café, vinho, óleos ou refrigerantes, limpar imediatamente. Esses são os vilões para manchar a pedra. E quando achar necessário, fazer impermeabilização do material para evitar manchas”, afirma Lima.  

Fonte:ZAP

 

CategoriesDicas Imposto

Como declarar o financiamento imobiliário no Imposto de Renda

É preciso ter atenção em muitos detalhes para não cair na malha fina e ter um gasto ainda maior com impostos

 

Na hora de declarar o Imposto de Renda, é preciso tomar muito cuidado para preencher todas as informações de maneira correta e não correr o risco de cair na malha fina e ter um problema no futuro, inclusive pagando um valor ainda maior de impostos para a Receita Federal. O financiamento imobiliário deve ser declarado e a atenção neste tipo de informação deve ser redobrado, já que precisa seguir alguns critérios. Inclusive para imóveis financiados na planta que ainda não estão prontos. Saiba como declarar o financiamento imobiliário no Imposto de Renda.

Entenda o formulário de como declarar o financiamento imobiliário no imposto de renda

O primeiro ponto é que o financiamento do imóvel deve ser declarado na aba de “Bens e Direitos” do formulário da Receita Federal. Para apartamentos deve-se usar o código 11; para casas, 12; enquanto para terrenos, 13. No campo “Discriminação” é preciso detalhar algumas informações. “Aí é onde vai descrever as informações, como a forma de pagamento, o valor pago na entrada, quanto deu do FGTS e o valor de quanto financiou”, explica a advogada Grace Medeiros, especialista em Direito Tributário do escritório Da Fonte Advogados.

como declarar o financiamento imobiliário no imposto de renda
Declarar o financiamento imobiliário no imposto de renda (Fonte: Shutterstock)

Dívida

O financiamento não deve ser lançado como uma dívida no Imposto de Renda, por isso não se deve colocar o valor total dele. “Não precisa declarar que tem uma dívida com uma instituição financeira, até porque não tem como colocar o valor final do imóvel. Isso porque pode ser que o financiamento seja contraído em 25 anos, mas seja quitado em 15 anos, por exemplo. Isso vai influenciar no valor final porque vai pagar menos juros. Por isso é um valor final que vai sendo construído ao longo dos anos e do que está sendo pago. Quando quita o financiamento, naturalmente já vai ativar o valor final na declaração do Imposto de Renda porque o somatório dos pagamentos vai sendo ativado ano a ano”, esclarece Grace Medeiros.

Qual valor do imóvel a declarar no imposto de renda?

Para que tudo saia conforme o exigido, portanto, é preciso detalhar as informações sobre o que está sendo pago do financiamento. “A pessoa vai separar os valores que vai pagando e vai ativando na declaração. Ela vai colocar quanto deu de entrada e o quanto já pagou de prestações. Acaba que fica declarado todo o somatório do que foi pago naquele ano”, explica a advogada, que exemplifica a situação. “Se a pessoa comprou o imóvel em junho, deu um sinal de R$ 50 mil e financiou R$ 800 mil, pagando R$ 100 mil ainda neste ano, por exemplo, ela vai declarar o valor que deu de entrada e o que pagou de prestações, essa vai ser a situação dela no campo de 31 de dezembro do ano anterior à declaração”, acrescenta.

Virada de ano

A cada virada de ano, é preciso atualizar a declaração do Imposto de Renda, inclusive com as informações sobre o financiamento imobiliário. “Se ao longo do novo ano eu paguei mais parcelas, a pessoa deve repetir a situação que deu uma entrada e colocar o total de parcelas pagas. Se ele deu os R$ 50 mil de sinal, havia pago R$ 100 mil e no novo ano mais R$ 150 mil, ela vai colocar o somatório final e vai mostrar ao fiscal como chegou ao valor total pago de R$ 300 mil. Se ela passou três anos pagando, ela vai sempre atualizando do mesmo jeito”, ressalta Grace Medeiros. “Vale lembrar que os juros integram esses custos de aquisição do imóvel e também devem ser ativados na declaração”, complementa. 

Venda

Como o financiamento pode durar muitos anos, uma dúvida comum é como informar na declaração se houve uma venda do imóvel durante o curso das prestações. “Imagina que a pessoa passou quatro anos com o apartamento e vai repassar a dívida. Ele precisa informar o quanto já tinha pago, deixar a situação no ano anterior com o somatório pago, e informar ainda o preço da venda”, pontua a advogada. 

Lastro financeiro

É muito importante que todas as informações sejam passadas de forma correta para a Receita Federal através da declaração do Imposto de Renda para evitar problemas com o fisco. “Isso tudo é muito importante porque tudo que a pessoa compra e gasta precisa ter um lastro financeiro, precisa condizer com o orçamento anual que recebe. Imagina que você paga parte do valor do imóvel com o FGTS e não declara, a Receita Federal precisa saber de onde veio o dinheiro para ter a certeza que a pessoa tinha como pagar aquele valor”.

Fonte: Revista ZAP

CategoriesDicas

Páscoa – 5 Ideias Criativas Para Presentear

A Páscoa está chegando, e os tradicionais Ovos de Páscoa estão ficando cada vez mais caros, não é mesmo?

E com essa data tão gostosa se aproximando, por mais que pesquisemos os preços, nada parece caber no bolso. 

Essa tem sido a maior frustração de muitos dos consumidores, que muitas vezes deixam de presentear seus amigos, por conta dos preços abusivos nos produtos.

Mas isso não precisa ser um problema para você! Usando a criatividade, você com certeza conseguirá encontrar um presente ideal do jeito que você procura!

Para te inspirar, separamos aqui 5  DICAS CRIATIVAS PARA PRESENTEAR ALGUÉM NA PÁSCOA

Confira a lista:

1) Doces Gourmet

Essa pode parecer uma dica nada barata, mas acredite: com certeza você vai conseguir muito mais chocolate, com uma ótima qualidade, por um preço muito menor!

Existem diversas formas de adquirir doces gourmet. Você pode encontrá-los em pequenas empresas ou até mesmo pessoas f´sicas que vendem este tipo de produto, para complementar a renda!

Pesquisando um pouco, você logo irá perceber que existem muito mais opções do que imaginava! 

Uma dica ótima, é participar de grupos no Facebook de pessoas na sua cidade e que trabalham com confeitaria. Com toda certeza você vai encontrar o presente perfeito!

2)  Cesta de Delícias

Esta não é nenhuma novidade, mas muitas pessoas acabam se esquecendo que é possível montar uma boa cesta de páscoa gastando bem pouco!

A vantagem, é que você pode pesquisar os preços do produtos, e selecionar por fim, os que sairão mais em conta pra você! 

Para incrementar, você pode ainda incluir algumas pelúcias ou até mesmo algum cartãozinho. Vale a pena pensar na ideia!

3) Cartão de Páscoa

Se o que você quer é deixar apenas uma lembrancinha, esta é uma dica ideal!

Os cartõezinhos de Páscoa são super fáceis de encontrar ou até mesmo de produzir. 

Existem de diversos formatos, tamanhos, cores… para deixar tudo mais saboroso, você só precisa incluir um pequeno bombom e pronto! A lemnbrancinha perfeita!

4) Bolo de Pote

Quem foi que disse que nessa data só se pode presentear com Ovo de Páscoa? Nada disso!

Durante essa época, muitas confeitarias deixam seus produtos muito personalizados e com a cara da Páscoa! 

O melhor de tudo, é que os Bolos de Pote são super práticos e com certeza muito mais em conta do que um ovo de páscoa.

5) Surpresa de Páscoa

As surpresas de páscoa são presentes simples e perfeito para quem gosta de algo prático!

Bombons, brigadeiros, ovinhos de páscoa e muitos outros produtos podem fazer parte dessa surpresa! Que pode vir em caixinhas, cestinhas, pequenos saquinhos…

Deu para perceber que essa dica é a mais fácil de todas, né?

Use a criatividade, e com toda certeza será uma ótima surpresa!

CategoriesDicas Imposto Mercado Imobiliário

Posso transferir o financiamento de um imóvel para outra pessoa?

dicas LMM OBras

Se você tem um financiamento de imóvel e gostaria de saber mais sobre a possibilidade de transferi-lo para outra pessoa, tire suas dúvidas neste artigo.

Ao comprar um imóvel, é sempre importante estar 100% alinhado com o seu corretor de imóveis e a par de todas as regras e riscos que você pode ter com o financiamento de uma casa ou apartamento. É imprescindível lembrar que ao adquirir a propriedade, você passa a ser o comprador da mesma e não o dono, pois este é o banco escolhido para financiamento. Você só passa a ser o dono do imóvel a partir do momento em que ocorre a quitação dele, podendo assim vendê-lo somente depois deste período.

Hände schützen Haus

Respondendo a questão principal deste artigo: SIM, é possível transferir o seu financiamento para outra pessoa, mediante autorização acordada com o banco. “Mas, por que preciso ter a autorização do banco para transferir meu financiamento?”. Essa exigência ocorre porque é simplesmente necessário que o dono do imóvel autorize essa troca de forma legal. Se você comprou o imóvel no seu nome e transferiu para outra pessoasem fazer o acordo formal e legal com o banco, a inadimplência do novo comprador poderá ocasionar no envio do seu nome para o SPC e SERASA, pois a compra ainda estará no seu nome.

É importante que o passo a passo com o banco seja cumprido, pois o mesmo não deverá ser responsabilizado no caso de negociações ilegais acordadas entre você e a pessoa que assumirá o financiamento da propriedade. Mesmo se você adicionar ao seu contrato de compra a obrigação do novo comprador de arcar com a pagamento das parcelas restante do imóvel, incluindo juros e multas, o banco não reconhecerá a validade deste documento, pois o mesmo não terá a assinatura válida pela instituição, que legaliza o acordo de compra e identifica a quem deverão ser cobradas as parcelas da dívida. Esse tipo de cuidado pode te ajudar a se prevenir de fraudes e garantir que o comprador novo irá arcar com o imóvel e assumir os riscos de sua inadimplência, caso venha a acontecer. O banco só autorizará a transferência mediante comprovação de renda do comprador novo, garantindo que ele tem possibilidades de arcar com a dívida.

Esse tipo de contrato que não passa pelo órgão bancário ou responsável imobiliário de forma legal, sendo apenas um acordo entre as partes interessadas na compra e venda da propriedade era bastante comum nas décadas passadas, chamado de contrato de gaveta. O contrato de gaveta é um documento não oficial, que identifica a “venda” de um imóvel através de acordo entre as partes sem envolvimento de órgãos legais e emissão de registros. Esse tipo de acordo não tem validade legal e a quebra do cumprimento do acordo poderá gerar uma imensa dor de cabeça para o comprador original caso o novo não atenda ao pagamento das parcelas até a quitação da venda.

financiar casa própria

A importância de saber cada detalhe e risco da sua compra poderá evitar diversos problemas futuros e é preciso também que você entenda o passo a passo para transferir financiamento para outra pessoa de forma legal. O banco fará uma análise da pessoa para quem você deseja transferir o financiamento e também as condições previstas no contrato assinado no momento da compra. Entre essas condições, está a data de vencimento das parcelas, taxa mensal ou anual de juros, eventual negociação de parcelas semestrais, previsão da taxa de transferência, assim como outros encargos legais ou contratuais. Após isso, o agente financeiro avaliará o perfil do novo comprador da propriedade para entender se está de acordo com as questões contratuais e se conseguirá arcar com a dívida do imóvel.

Após a aprovação do banco, o novo comprador que assumir o financiamento deverá assinar um novo contrato com atualização dos valores restante já descontando os pagamentos realizados pelo dono anterior, porém, com os mesmos direitos e obrigações legais acordadas anteriormente pelo antigo comprador. Deverá ser pago também o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis Intervivos) e o contrato precisará ser levado até o Cartório de Registro de Imóveis da região onde se encontra o imóvel em questão. O registro de alteração da propriedade do novo contrato também deverá ser pago em cartório.

Com todas as questões legais acertadas, o novo contrato deve ser levado ao banco com a certidão de matrícula do imóvel atualizada. Apenas após esse passo é que o financiamento com as parcelas atualizadas começará a ser pago pelo comprador.

financiamento

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a transferência de financiamento de imóveis para outra pessoa, procure o seu corretor e advogado para saber como seguir com a sua de forma segura para ambas as partes, dentro da legalidade e evitando dores de cabeça desnecessárias.

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Fonte: Imovel Web

CategoriesDicas Mudança

Como organizar uma mudança residencial rápida

dicas LMM OBras

Você sabe como organizar rapidamente a sua mudança para uma nova casa ou apartamento? Confira algumas dicas que vão te ajudar e agilizar esse processo.

Preparar a mudança de uma casa para outra exige organização, mas isso não precisa se tornar algo burocrático. Se você souber por onde começar e como montar, toda essa história se tornará mais rápida e fácil.

O segredo para simplificar as coisas é planejar-se de acordo com o volume de objetos que você vai ter de embalar, os cuidados que vai precisar ter com elas pensando na distância que serão transportadas, e o principal, separar o que será necessário usar assim que chegar na nova casa.

Selecionamos 6 dicas para te ajudar na hora da mudança. Confira a seguir como sua vida pode ficar muito mais simples nesse momento tão especial da vida de uma família.

Dica 1: Escolha os ambientes mais utilizados para começar a organizar sua mudança

Quarto, cozinha e banheiro são os cômodos que precisam ser arrumados primeiro após uma mudança, pois são ambiente que você mais necessita ter disponíveis assim que passar a morar em uma nova casa.

Dormir, tomar banho e até mesmo cozinhar exigem o mínimo de itens e produtos para tornar a vida menos complicada enquanto as coisas ainda não estão todas no lugar.

Dica 2: Separe o que é mais emergencial

Esse tipo de planejamento vai garantir que você encontre as coisas com mais facilidade e permitir que tenha o mínimo de conforto para começar a vida no novo lar. Por exemplo, é importante deixar colchões, travesseiros e roupas de cama limpas sempre com acesso facilitado para que você consiga dormir mesmo sem a cama estar 100% montada, se for o caso.

Separe também algumas toalhas de banho e rosto e um pijama ou roupa confortável para ficar mais à vontade. Itens de higiene também são bem-vindos.

Dica 3: Escreva nas caixas os itens que estão contidos nelas

Uma das maiores dificuldades é encontrar os itens embalados após a mudança. O processo de identificação é simples e precisa ser contemplado durante a organização das coisas. Após lacrar as caixas com fita, utilize uma caneta marcadora para escrever o que contém dentro das caixas como: roupas, peças de cozinha, itens de jantar, entre outros.

Essa dica não só ajuda a encontrar cada coisinha depois, como serve de aviso para quem vai transportar sobre o que pode ou não ser frágil e requer maiores cuidados. Escreva com uma caneta de cor diferente como vermelho para destacar que há acessórios em vidro por porcelana.

Não esqueça de enrolá-los em plástico bolha para prevenir quebras. Jornais nas taças e colocar cobertores dentro de possíveis móveis com porta de vidro, como cristaleiras, também é uma opção para proteger os vidros

Dica 4: Faça uma limpeza prévia no ambiente e atente-se a possíveis problemas

O ideal antes de levar as coisas para outra casa ou apartamento é fazer uma limpeza básica e ficar atento a problemas de energia elétrica, gás, etc. Ao realizar a mudança, prepare-se para a instalação de fogão, chuveiro ou aparelhos elétricos tendo em mente com antecedência o que está ou não funcionando.

No transporte, deixe os cabos elétricos e extensões junto aos produtos para não perder e identifique com fita crepe e caneta as tomadas de acordo com suas voltagens (seja 110v, ou 220v). A maior parte dos aparelhos hoje é bivolt, mas alguns mais antigos não tem essa funcionalidade. Atente-se para não queimar nenhum produto!

Dica 5: Separe em uma mala ou bolsa de viagem itens essenciais

Mudou e vai trabalhar no dia seguinte? Tenha seus itens pessoais em uma bolsa ou mala de viagem separados. Um parte de sapatos mais social, algumas mudas de roupas e itens de higiene e beleza devem ficar com acesso fácil.

Dica 6: Fragmente alguns itens para ajudar na organização

Não é necessário desembalar todas as suas panelas, pratos, copos e demais utensílios assim que mudar de casa. Tenha em caixas menores uma fração desses itens separando pelos que mais usa e vai precisar.

Essas são dicas que vão facilitar muito a sua mudança, aproveite e continue acompanhando os próximos toques!

Fonte: Imóvel Web

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