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RECORDE: 540 imóveis vendidos por mês em Curitiba!

Mesmo em meio a crise provocada em alguns setores pela pandemia, Curitiba registrou o licenciamento de 8.929 unidades no primeiro semestre deste ano. O número é praticamente o dobro dos 4.885 registrados no mesmo período do ano passado e o maior dos últimos 10 anos.

É o que aponta uma pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-PR), em parceria com a BRAIN Inteligência Estratégica. A cada 100 imóveis em Curitiba licenciados, 66 foram feitos por construtoras e incorporadoras. Esse é o melhor resultado desde 2011, quando 69% das novas construções estavam com as empresas.

O consultor de pesquisa de mercado da Ademi-PR, Guilherme Braga Werner destaca os fatores que contribuíram para esse recorde.

Ainda de acordo com a pesquisa, 3.097 apartamentos foram lançados em Curitiba de janeiro a junho, ou seja, 52,6% a mais do que no mesmo período de 2020. Para Guilherme, a pandemia e mais tempo das famílias em casa levou a procura por melhores condições de moradia e consequentemente ao significativo aumento na venda de imóveis.

O consultor acredita que apesar das boas perspectivas do setor para os próximos meses, a alta no preço da matéria-prima deve elevar também o preço dos imóveis na capital.

Por outro lado, os imóveis de luxo , com preço acima de um milhão de reais, respondem por 10% de toda a oferta de apartamentos lançados na capital paranaense. As vendas de imóveis novos em Curitiba também continuam aquecidas.

Foram quase 540 apartamentos novos comercializados por mês, um crescimento de 62,5% no 1º semestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. 

Fonte: bandnewsfmcuritiba

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Curitiba teve aumento de 20% nas Vendas em 2020

A sensação é de que a festa terminou antes de começar. Iniciamos 2020 cheios de otimismo. Todas as previsões sinalizavam para uma única direção: o país vai deslanchar e os negócios vão prosperar. Até que, em março de 2020, fomos surpreendidos pela pandemia do coronavírus (Covid-19).

Um ano depois, nossa vida não é mais a mesma. Ainda temos mais perguntas do que respostas, mas estamos mais confiantes sobre como enfrentar a maior crise sanitária e econômica do século.

Desenvolvemos nossa capacidade de lidar com problemas e, a cada dia, buscamos a melhor maneira de adaptar-nos às mudanças, superar os obstáculos e resistir à pressão. Na vida e nos negócios.

O mercado imobiliário tem se mostrado um dos setores mais resilientes à pandemia do coronavírus. Não podemos prever o que virá, mas com certeza aprendemos valiosas lições para prosperar.

A primeira delas é não entrar em pânico. Em março de 2020, tivemos restrições mais fortes, em âmbito estadual e municipal. Havia dúvidas sobre o período que as medidas restritivas iriam vigorar, qual seria o comportamento do comprador e como as próprias empresas iriam lidar com esse novo momento. Isso perdurou por 60 dias.

A construção de um prédio é um ciclo longo, que depende de uma cadeia grande de fornecedores. No final, fomos enquadrados como atividade essencial. O setor teve de se adaptar às exigências (as sedes e o plantões de vendas não funcionariam da mesma maneira), mas mantivemos a produtividade.

Aprendemos que é importante ficar atento às oportunidades. A restrição da circulação fez com que as pessoas ficassem mais tempo em casa, trabalhando em home office, e elas começaram a refletir sobre a sua moradia atual.

Antes disso, muitos só utilizavam o imóvel para dormir, já que saíam cedo para trabalhar e só voltavam à noite. Hoje, as pessoas querem mais. Querem ter uma vista, um espaço para montar a estação de trabalho ou acompanhar os filhos nas atividades escolares.

Alguns já decidiram que precisam de um outro imóvel. Um lugar com mais um quatro, um banheiro ou numa localização melhor. Teve até quem saiu do apartamento para morar numa casa com quintal. As construtoras e incorporadoras estão atentas a esse movimento e os novos lançamentos já contemplam as novas exigências.

Outra lição importante: use a tecnologia a seu favor. Apesar da construção civil ter sido enquadrada como atividade essencial, os plantões de vendas precisaram ficar fechados em alguns momentos.

Mas o atendimento ao cliente não parou, ele ficou digital: tour virtual, vídeos, WhatsApp, chatbot, e-mail, chamadas de vídeos e videoconferência foram e são amplamente usados para apresentação do imóvel e agendamento de visita com hora marcada e todos os cuidados.

Acompanhar os indicadores também é importante para definir estratégias e metas. O cenário econômico tem ajudado o mercado imobiliário a ser resiliente na crise. Hoje, o que alimenta o setor é o crédito. E a taxa de juros para financiamento imobiliário é a menor da história do Brasil.

Isso permite que mais pessoas consigam comprar o imóvel. A redução de um ponto percentual da taxa de juros representa a entrada de 800 mil novas famílias no mercado imobiliário.

No último ano, quase quatro milhões de famílias tornaram-se elegíveis ao crédito. A capacidade de compra cresceu 30%, o que permitiu comprar um imóvel mais alinhado ao estilo de vida, preferências e necessidades dos moradores.

Independente do cenário, foque em resultados. Curitiba teve aumento de 20,7% nas vendas de apartamentos novos durante o 4º trimestre de 2020 em relação ao mesmo período de 2019, totalizando 4.857 imóveis comercializados. Foram R$ 3,3 bilhões em negócios realizados.

Para absorver o crescimento da demanda imobiliária ante uma oferta bastante limitada (o estoque de apartamentos novos em Curitiba é o menor desde 2007), houve um reajuste de 8% no preço médio do metro quadrado privativo na cidade nos últimos 12 meses. O valor praticado no fim de 2020 chegou a R$ 8.705,00 por metro quadrado.

Ao mesmo tempo, houve o aumento no custo dos insumos em função da escassez de produtos no mercado, e esse é um desafio para os empreendedores: desenvolver projetos com custos maiores e que, ainda assim, caibam no bolso do comprador.

Enfrentar um desafio por vez. E, assim, saíremos mais fortes e com mais conhecimento para seguir em frente e inovar.

* Presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR) e diretor de incorporação da Swell Construções, referência em edifícios de alto padrão e luxo em Curitiba.

Fonte: Ademi PR

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Busca por Imóveis tem nova Alta

O interesse dos brasileiros em procurar um lugar para morar cresceu após mais de um ano do início da pandemia, de acordo com a 4ª rodada da “Pesquisa da Influência do Coronavírus no Mercado Imobiliário Brasileiro”, realizada pelo DataZAP, braço de inteligência imobiliária de ZAP+. Os dados mostram que 4 em cada 10 brasileiros aumentaram a busca por imóveis. No mesmo período de 2020, essa proporção era de 4 em 100.

Quando questionados sobre como andava a procura por um imóvel desde o início da pandemia do Coronavírus no Brasil, o número de entrevistados que respondeu “Aumentou muito” cresceu 17 pontos percentuais. Por outro lado, a resposta “Diminui muito” caiu 47 pontos percentuais.

Gráfico mostra o interesse nas buscas por imóveis durante a pandemia.
Gráfico apresenta a resposta dos brasileiros para a pergunta: Desde o início da pandemia do Coronavírus no Brasil, sua busca por imóvel?

Por que aumentou a busca por imóveis?

Para Danilo Igliori, economista do DataZAP, juros baixos e disponibilidade de crédito imobiliário foram decisivos para estimular a busca por imóveis. “Os resultados sinalizam que a moradia ganhou um novo significado. Ao passar mais tempo em suas casas, inclusive com a adoção do home office, os consumidores passaram a ter novas preferências e desejos por residências com características diferentes”, explica o economista.

A pesquisa também mostrou que as pessoas estão aderindo ao isolamento social, como pontuou Danilo. Ficar em casa e sair só quando muito necessário tem sido a rotina de 53% dos brasileiros. Um crescimento de 10 pontos percentuais quando comparados com 2020. Já 3% estão vivendo normalmente sem alterações no dia a dia. O número representa uma queda de 10 pontos percentuais quando comparado com o ano passado.

Gráfico mostra o comportamento das pessoas durante a pandemia.
Gráfico apresenta a resposta dos brasileiros para a pergunta Considerando a sua realidade diante do início da pandemia, em 2020, você diria que estava isolado? Saindo de casa? Vivendo normalmente? E agora, diante do cenário atual de pandemia, em 2021, você diria que está…

Sobre a pesquisa

A 4ª onda da pesquisa do DataZAP  foi realizada  entre os dias 15 e 22 de março de 2021, logo após o agravamento da pandemia. E contou com respostas de 2.224 usuários dos portais ZAP Imóveis e Viva Real residentes das regiões metropolitanas do Brasil. A margem de erro é de 2 p.p. considerando nível de confiança de 95%.

O mesmo levantamento tinha sido realizado anteriormente em três momentos, permitindo a comparação dos resultados: entre 24 a 29 de março de 2020 (1ª onda), de 27 de abril a 05 de maio de 2020 (2ª onda), e de 29 de maio a 7 de junho de 2020 (3ª onda).

Fonte:Zap Imoveis

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Saiba o que é ITBI

O ITBI deve ser pago na compra e venda de um imóvel. Por conta disso, se você pretende adquirir uma propriedade, é importante ficar atento para o que é o ITBI e quais os valores cobrados pelo país.

Taxa é referente ao valor da transmissão da escritura na compra do imóvel e equivale a uma % do valor total do bem.

 

Ao comprar um imóvel, muita gente é surpreendida com um custo adicional. Esse valor —  que pode variar dependendo da região — corresponde ao ITBI.

O ITBI deve ser pago na compra e venda e também na hora de cessão de direitos. Por conta disso, se você pretende adquirir uma propriedade, é importante ficar atento para o que é o ITBI e quais os valores cobrados pelo país.

Quer entender melhor o que é ITBI? Confira o post que a Lopes preparou para você!

O que é ITBI?

Quando se compra ou vende um imóvel, é necessário recolher o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Esse imposto não é cobrado no caso de doações e heranças. É inter vivos, que significa que o negócio é realizado entre pessoas vivas.

Porém, existe outro imposto estadual chamado conhecido como Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e por Doação (ITCMD), que deve ser pago no caso das transmissões de bens imóveis por doação e por herança.

Para quem pagamos?

O tributo é de competência municipal e deve ser pago ao município onde estiver situado o imóvel.

Como é calculado?

O valor do imposto é calculado com base na alíquota do ITBI e no valor venal do imóvel, ambos estabelecidos pelo município.

Por exemplo, em São Paulo a alíquota do ITBI é 2% aproximadamente (valor pode sofrer alterações com os anos). Assim, a comercialização de um imóvel com valor venal de R$ 700 mil teria incidência de R$ 14 mil.

Quem deve pagar?

Normalmente, as leis municipais estabelecem que o responsável pelo pagamento do ITBI é o comprador.

Isso não impede, contudo, que o contrato de compra e venda estabeleça o vendedor como responsável pelo pagamento do imposto. Nesse caso, se o vendedor não fizer o recolhimento, o fisco municipal cobrará do comprador.

Em que momento?

Algumas leis municipais estabelecem que o pagamento do ITBI deve ocorrer por ocasião da lavratura da escritura pública; em outras, por ocasião do registro da escritura.

O ITBI deve ser pago mesmo no caso de imóvel na planta?

Sim, é necessário pagar a taxa ainda que a propriedade esteja em fase de construção, ou seja, na planta. Ainda assim, isso deve acontecer somente depois do registro. O valor a ser pago é o mesmo calculado quando a propriedade estiver concluída.

Quais os documentos exigidos para solicitar a guia de pagamento?

Agora que você já sabe o que é ITBI, confira os detalhes da guia de pagamento desse imposto.

Na hora de pedir a guia de ITBI, é preciso apresentar uma documentação para transmissão de propriedade. Tudo depende, no entanto, do tipo de transação. Veja abaixo.

Compra e venda

  • Escritura Pública de Compra e Venda lavrada ou Minuta;
  • Instrumento Particular de Compra e Venda assinado, quando for imóvel financiado;
  • Indicação fiscal completa do imóvel a ser transmitido.
  • Matrícula do Registro Geral: se o imóvel for em condomínio não cadastrado na prefeitura do seu município, você deverá trazer a matrícula com Instituição ou Incorporação do Condomínio.

Cessão de imóvel

  • Escritura Pública de Compra e Venda lavrada ou a Minuta;
  • Instrumento Particular de Cessão ou a Minuta;
  • Indicação fiscal completa do imóvel;
  • Matrícula do Registro Geral: se o imóvel for em condomínio não cadastrado na prefeitura do seu município, você deverá trazer a matrícula com Instituição ou Incorporação do Condomínio.

É possível conseguir desconto no pagamento do ITBI?

É possível, sim, ter desconto no pagamento do ITBI, mas só no caso de primeiro imóvel e com transação realizada pelo Sistema Financeira de Habitação (SFH).

Quanto os municípios cobram?

Cada prefeitura estabelece sua alíquota de ITBI. Normalmente, ele não ultrapassa 4% do preço do imóvel, mas isso pode variar, como mencionamos no início.

Outros municípios podem alterar de acordo com o valor da propriedade e com a modalidade de financiamento. Casas populares recebem abatimento.

O que acontece se eu atrasar o pagamento do ITBI?

Quando o ITBI não é pago no prazo, você fica sujeito a pagar acréscimo de multas e juros. Tudo depende, no entanto, das regras do seu município, já que alguns recalculam o valor após o vencimento não acusar pagamento.

Caso seja necessário corrigir a declaração ou pedir nova avaliação do imóvel, é possível solicitar o serviço à prefeitura da sua cidade. Depois de quitado, é possível pedir declaração de pagamento.

Viu como é importante saber o que é ITBI e todas as suas particularidades? O ideal, portanto, é ficar atento aos prazos e evitar pagar juros e multas sobre o valor do seu imposto.

Aproveite e compartilhe esse conteúdo nas suas redes sociais e informe outros amigos!

Fonte: ImovelWeb

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Vantagens de comprar um imóvel na planta

Imóvel na planta ou pronto para morar? Nem sempre é fácil decidir, afinal, são muitos os fatores que precisam ser levados em consideração na hora de adquirir o imóvel próprio. Para você tomar a melhor decisão antes de fechar um negócio, separamos uma lista com as 6 vantagens de comprar um imóvel na planta. Confira!

Vantagens de comprar um imóvel na planta:

Preço mais acessível

Uma das maiores vantagens de comprar um imóvel ainda em construção é que seus custos são menores do que os daqueles que já estão prontos. Isso torna o preço do apartamento mais acessível, sendo ideal para famílias que querem economizar, sem perder a qualidade do imóvel.

Valorização imobiliária

Se, na hora da compra, o preço é menor, depois de pronto, o apartamento retoma sua valorização no mercado imobiliário. Isso acontece porque as imprevisibilidades que podem acontecer durante a construção são sanadas assim que a obra é finalizada.

Consequentemente, o apartamento se valoriza.

Infraestrutura moderna

Um imóvel na planta tem instalações mais modernas e em melhores condições. Não apenas a infraestrutura interna do apartamento, mas todo o prédio contará com redes elétrica e hidráulica novas, materiais de última linha e um bom acabamento. Isso evita preocupações com infiltrações, rachaduras, elevadores com defeito, portões velhos e demais problemas de manutenção.

Além disso, os espaços são melhor aproveitados e pensados estrategicamente no estilo de vida contemporâneo, o que garante maior conforto e praticidade no dia a dia dos moradores.

casal conversando com um corretor imobiliário sobre as vantagens de comprar um imóvel na planta

Facilidades no pagamento

Outra vantagem de comprar um apartamento na planta são as facilidades no pagamento oferecidas pelas construtoras, sendo possível uma negociação flexível.

Quem, por exemplo, opta por fazer um financiamento, pode negociar o valor da entrada, dividindo o restante em parcelas até a finalização da obra, ou, ainda, pagar uma porcentagem maior na entrada para reduzir os juros e a quantidade das parcelas restantes.

Documentação em dia

Comprar na planta oferece, ainda, maior desburocratização na hora de fechar o negócio. Como, anteriormente, o empreendimento não contava com moradores, você não corre o risco de ter problemas com taxas e impostos não pagos, registros incompletos, documentação atrasada e outros inconvenientes.

Planejamento para a mudança

Outro ponto positivo de imóveis na planta é que o proprietário tem maior prazo para planejar sua mudança.

Como as chaves são entregues só depois da obra pronta, há tempo suficiente para:

● Planejar os móveis e a decoração;
● Cotar a melhor transportadora;
● Conhecer a vizinhança do local;
● Estudar os novos trajetos que você e sua família farão;
● Programar toda a mudança com calma e organização.

Com todas essas vantagens, você ainda aumenta seu patrimônio, tendo a garantia de um investimento com retorno certo. Portanto, se está em busca de um imóvel, não deixe de considerar as vantagens de comprar um imóvel na planta.

Lembre-se apenas de pesquisar sobre o histórico da construtora e garanta o máximo de credibilidade e segurança para o seu investimento!

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Veja como começar o sonho da casa própria durante o isolamento social

Conquistar a casa própria é algo presente na vida de milhares de brasileiros. Nós sabemos que o momento é desafiador, mas também acreditamos que somos capazes de cumprir todos os desafios. A jornada de compra de um imóvel é longa e requer um sério planejamento. O futuro realmente é incerto, e nós não sabemos para onde irá caminhar a economia do nosso país. Mas, existem medidas que você tomar agora e estar pronto para agir quando for a hora certa, ou seja, quando tudo isso passar. Veja o que você pode fazer para continuar o sonho da casa própria.

1 – Comece identificando a localização que você deseja morar

Um ponto muito importante na escolha do novo imóvel é a localização. Se você está se preparando para esse momento, que tal aproveitar o tempo livre do distanciamento social e fazer aquela pesquisa sobre bairros? Provavelmente na internet ou em jornais locais você irá encontrar informações relevantes sobre o que deseja. É importante saber sobre segurança, escolas, farmácias, hospitais e acessibilidade.

+ Quer conhecer imóveis disponíveis agora?

2 – Encontre sua faixa de preço

Depois de escolher o bairro, é importante se atentar à faixa de preço que você está disposto a pagar. Seja em lançamentos ou em imóveis usados, é preciso verificar todos os custos que você terá que arcar, sendo os principais: valor do imóvel, valor do condomínio e valores de documentação.

Vale ressaltar que nessa etapa, é necessário que você já tenha escolhido o tipo de imóvel que atende suas necessidades. É uma quitinete? Studio, apartamento de 1, 2 ou 3 dormitórios? Ou será que você prefere uma casa?

Os portais imobiliários ajudam nesse momento! Sem precisar sair de casa você consegue visitar diversos imóveis, obter muitas informações e fazer uma lista dos imóveis que você.

Veja como as imobiliárias e corretores estão se adaptando ao momento para continuar te ajudando. 

Sonho da Casa própria sem sair de casa
Sem sair de casa é possível começar o sonho da casa própria. Apenas com um computador e uma agenda, você pode começar a se planejar agora (Foto: Shutterstock)

3- Continue economizando

Com crise ou sem crise, economizar dinheiro é uma realidade. Se possível, continue reservando dinheiro para conseguir pagar a famosa entrada do imóvel. O valor, como você já deve saber, pode variar, mas não deve passar dos 20% do preço de compra – Ao menos que você tenha além desse valor e queira bater o montante. 

O período do distanciamento social está fazendo com que uma grande parcela da população mundial fique dentro de casa. Diante desse cenário, não estamos indo à barzinhos, cinemas, teatros, shows e também não podemos fazer nenhum tipo de viagem.

Se você era acostumado a frequentar esses lugares, você já pensou que esse dinheiro que está “sobrando” é ideal para poupar e guardar?

Enfim, sabemos que tudo pode acontecer e que em períodos de incertezas na economia, muitos fatores negativos podem afetar a nossa vida. Só queremos reforçar que, se você encontra-se em uma situação boa e quer esperar a pandemia passar para dar entrada em um imóvel, aproveite para guardar dinheiro ainda mais.

4- Fique de olho no seu crédito no mercado

Você deve saber que para tudo existe uma análise de crédito. Por isso, recomendamos que você fique de olho na sua pontuação. Se ela está boa, certamente seu financiamento será liberado com facilidade. Mas, se a pontuação não está favorável, talvez seja o momento de repensar e tentar melhorar essa questão. Sua pontuação de crédito pode afetar a taxa de juros para a qual você se qualifica. Nos dias de hoje, as principais empresas de créditos disponibilizam aplicativos para você consultar o seu Score.

5- Reúna os documentos necessários para aprovação do financiamento imobiliário

Uma carta de pré-aprovação geralmente é válida por 60 a 90 dias; portanto, você não precisa dela até que esteja mais perto de comprar. Mas verifique se você possui (ou pode obter) os documentos necessários, como declarações de impostos, recibos de pagamento e extratos bancários. Os bancos também podem querer ver evidências de seu adiantamento. Se você estiver recebendo ajuda de amigos ou familiares e o dinheiro não estiver em sua conta, pode ser necessário garantir os fundos antes da pré-aprovação ou fornecer documentação mostrando quando os fundos estarão disponíveis.

6 – Limite de crédito aprovado sem sair de casa

Não seria legal você sair de casa, ir até uma agência bancária, solicitar um limite de crédito para financiamento e não ser aprovado. Já que estamos pedindo para você ficar na sua residência e sair apenas para questões essenciais, nós afirmamos para você que já é possível verificar se existe um limite de crédito disponível para o seu perfil. E o melhor, totalmente on-line. É o sonho da casa própria cada vez mais tecnológico.

o sonho da casa própria sem sair de casa

Veja como funciona:

  • Simulação e aprovação de crédito – Primeiro você irá preencher seus dados pessoais e os do imóvel para simular e solicitar a análise de crédito. Não se esqueça que o imóvel você pode escolher num ZAP!

 

  • Cadastro e documentação – De maneira simples e fácil, cadastre as informações da proposta e envie os documentos solicitados pela plataforma.
  • Análise de documentos e vistoria do imóvel – Após enviar seus documentos, é hora de acompanhar a análise técnica e marcar a vistoria. Essa etapa precisa de muito cuidado e atenção. Muitos corretores estão fazendo vídeos e compartilhando com os clientes. Toda a vistoria do imóvel deve seguir as recomendações do Ministério da Saúde, que são elas: estar presente o mínimo de pessoas, manter distância de pelo menos 1 metro e realizar todo o processo de higiene.
  • Contrato – Após a conclusão das análises, você irá assinar seu contrato. Caso esse processo aconteça no período de distanciamento social, é preciso se atentar também as etiquetas de saúde do governo. Sabemos que os principais bancos do Brasil estão adotando medidas de segurança para seus colaboradores e clientes.
  • Liberação de crédito – Após a entrega do contrato registrado e matrícula atualizada, o crédito será liberado ao vendedor.

Pronto, se você chegou até aqui e deu tudo certo, sinal que o sonho da casa própria está bem próximo de se tornar realidade. Vamos supor que você conseguiu um limite de crédito imobiliário e quer continuar toda a jornada de compra de um imóvel, afirmamos que é possível! 

Com segurança e higiene, as imobiliárias e corretores estão adotando diversas práticas para que tudo ocorra da melhor forma possível.

O avanço da tecnologia permite que você converse diariamente com o seu gerente bancário e também com o seu corretor imobiliário. O próprio corretor está preparado para te orientar nesse momento de muitas incertezas. 

Através de vídeos chamadas e tours virtuais, é possível observar todos os detalhes de um imóvel. Também já possível realizar toda a transação imobiliária de forma digital, inclusive a assinatura de contrato.

Bom, não sabemos até quando essa pandemia irá afetar o nosso dia a dia, mas, podemos concluir que muitas coisas pela frente devem mudar e que esse processo do começo da jornada de um imóvel acontecer de forma virtual tende a crescer e se tornar uma grande realidade. 

 

Revista ZAP

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Como utilizar seu FGTS para comprar um Imóvel

FGTS e pagamento do financiamento habitacional

O saldo da sua conta do FGTS pode ser utilizado para pagamento da casa própria.  

Compra de imóveis e construção

Para quem deseja comprar ou construir um imóvel residencial, o saldo do FGTS pode ser utilizado na hora da contratação, como entrada do financiamento, constituindo parte do pagamento ou do valor total.

 

Amortização ou liquidação do saldo devedor

O saldo do FGTS pode ser usado para quitar totalmente  ou parcialmente sua dívida, desde que o contrato de financiamento tenha sido assinado no âmbito do Sistema Financeiro Habitação (SFH).

 

Pagamento de parte do valor das prestações

Você pode usar o FGTS para diminuir em até 80% o valor das prestações em 12 meses consecutivos, desde que o contrato de financiamento tenha sido assinado no âmbito do Sistema Financeiro Habitação (SFH).

Consulte seu FGTS

  1. Consulte o saldo do seu FGTS

    Confira o saldo da sua conta de FGTS e veja quanto pode ser utilizado na operação de compra, liquidação ou amortização de seu saldo devedor ou ainda, das parcelas de seu contrato.
  2. Reúna a documentação

    Então, separe a documentação nece​ssária e entregue na Agência da Caixa ou no Correspondente Caixa Aqui mais próximo de você. 

  3. Invista no seu sonho

    A Caixa avalia a documentação e, caso aprovada, seu saldo do Fundo de Garantia é investido na casa própria.

 

Documentação

      • Documento oficial de identificação
      • Extrato de conta vinculada ao FGTS
      • Carteira de trabalho para comprovar o tempo de trabalho sob o regime do FGTS
      • Se você é trabalhador avulso, declaração do órgão gestor da mão de obra ou do sindicato
      • Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física – DIRPF. No caso de trabalhador casado ou em união estável, apresentar a DIRPF de ambos os cônjuges/companheiros Confira a lista completa de documentação​, com os casos excepcionais.

                             Confira também a lista de condições. ​​

Condições

Para o comprador

É preciso ter no mínimo três anos de trabalho sob o regime do FGTS, somando-se os períodos trabalhados, consecutivos ou não, na mesma ou em empresas diferentes.

  • Não possuir financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), em qualquer parte do País.
  • Não ser proprietário, possuidor, promitente comprador, usufrutuário ou cessionário de imóvel residencial urbano ou de parte residencial de imóvel misto, concluído ou em construção, localizado no município de sua atual residência, ou onde exerce a sua ocupação laboral principal, incluindo os municípios limítrofes e integrantes da mesma região metropolitana.

Para o imóvel

  • Valor da avaliação deve ser de até R$1.500.000,00 para todos os estados brasileiros.
  • Ser de propriedade do proponente o terreno objeto da construção do imóvel, no caso de construção sem aquisição de terreno.
  • Ser residencial urbano;
  • Destinar-se à moradia do titular.
  • Apresentar, na data de avaliação final, plenas condições de habitabilidade e ausência de vícios de construção.
  • Estar matriculado no RI competente e sem registro de gravame que resulte em impedimento à sua comercialização.
  • Não ter sido objeto de utilização do FGTS em aquisição anterior, há menos de 03 anos, contados a partir da data do efetivo registro na matrícula do imóvel, por exemplo, se imóvel adquirido foi registrado na matricula em 30.11.2009, somente poderá ocorrer nova utilização a partir de 01.12.2012.

Você não pode usar o FGTS para

  • móvel comercial;
  • Reformar ou aumentar seu imóvel;
  • Comprar terrenos sem construção ao mesmo tempo;
  • Comprar material de construção;
  • Imóveis residenciais para familiares, dependentes ou outras pessoas.
  •  O que você paga
    • Nos financiamentos, as taxas previstas para a contratação;
    • Na compra a vista, Taxa de Intermediação do FGTS para aquisição de Moradia, conforme
Tabela de Tarifas da CAIXA​

Fonte: C.E.F

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