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Aluguel registra alta de 6,7% em Curitiba

O bairro Mercês foi o mais valorizado nos últimos 12 meses, acumulando crescimento de 18,9%

São Paulo, setembro de 2020 – De acordo com o relatório elaborado pelo Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País, o preço médio de locação segue trajetória de alta na capital paranaense. Em agosto, foi registrado um sutil crescimento de 0,2%, levando o custo médio do aluguel de um imóvel padrão – 65m², 2 dormitórios e 1 vaga de garagem – ao patamar de R$ 1.199,00/mês. Em 2020, houve uma elevação de 0,9%, enquanto nos últimos 12 meses, o peço subiu 6,7%.

O estudo, que analisa as variações dos valores imobiliários, apontou que Matriz (R$ 1.528,00/mês) é a região mais cara para morar de aluguel em Curitiba, seguida de Santa Felicidade e Cajuru, que possuem médias mensais de R$ 1.426,00 e R$ 1.267,00, respectivamente. Enquanto Bairro Novo (R$ 965,00/mês), Pinheirinho (R$ 970,00/mês) e Boqueirão (R$ 1.029,00/mês) são as localidades mais econômicas para locação de imóveis.

Considerando os últimos 12 meses, Mercês (R$ 1.930,00/mês), registrou o maior crescimento no preço do aluguel, com alta de 18,9%. Assim como Vista Alegre (R$ 1.411,00/mês) e Santa Cândida (R$ 997,00/mês), que evoluíram 17,7% e 17,5%.

Neste mesmo período, Alto da Rua XV (R$ 1.337,00/mês), Santa Felicidade (R$ 1.160,00/mês) e Barreirinha (R$ 876,00/mês) marcaram o oposto, com os registros mais negativos na capital, sofrendo quedas de 18,0%, 5,7% e 5,6%, nesta mesma ordem.

Conheça os bairros mais onerosos e acessíveis para locação de imóveis na capital:

Mais caros (mês)Variação no mêsVariação no ano
MercêsR$ 1.930,00-0,4%18,9%
Santo InácioR$ 1.905,008,5%10,3%
Prado VelhoR$ 1.832,000,4%0,4%
Mais baratos (mês)Variação no mêsVariação no ano
BarreirinhaR$ 876,001,0%-5,6%
TatuquaraR$ 897,00-5,4%7,5%
CachoeiraR$ 948,000,3%9,0%

Rentabilidade: Em Curitiba, são precisos, em torno de 21,6 anos de aluguel para rever o valor investido na compra do imóvel

Em agosto, o índice de rentabilidade imobiliária não apresentou alterações. No mês, foi identificado 4,6%, como a média anual do valor de aluguel X preço de venda. Dado que mostra que serão necessários 21,6 anos de aluguel para reconquistar o valor demandado na compra – período 2,8% menor que um ano atrás.

“A rentabilidade imobiliária total, dos últimos 12 meses, subiu ao indicador de 8,3%, índice que é crescente desde março de 2018. Ou, seja, ela está superando o retorno da poupança (3,0%)”, comenta o CEO do Imovelweb, Leonardo Paz. “Atualmente, investir em imóveis tem sido um ótimo negócio. Para quem pensa em fazer essa aquisição, o cenário é promissor e apresenta as menores taxas de juros dos últimos tempos”, reitera.

Analisando por regiões, Bairro Novo (5,6%), Cajuru (5,5%) e Boqueirão (4,8%) são as mais atrativas. Já Matriz (3,9%), Santa Felicidade (4,1%) e Fazendinha-Portão (4,2%) apontam os índices mais baixos e demandam mais tempo de aluguel para rever o valor investido na compra.

Veja quais bairros apresentam os maiores e menores indicadores de rentabilidade em Curitiba:

Mais rentáveisVariação no mêsVariação no ano
Lindóia7,4%QuedaAlta
Cachoeira6,3%EstabilidadeAlta
Capão da Imbuia6,1%QuedaAlta
Sítio Cercado6,1%EstabilidadeAlta
Menos rentáveisVariação no mêsVariação no ano
Seminário2,5%QuedaQueda
Juvevê2,6%EstabilidadeQueda
Capão Raso2,9%QuedaQueda

 Valor dos imóveis na capital paranaense sobe 3,5% nos últimos dois semestres

O preço do metro quadrado em Curitiba continuou subindo e apresentou, em agosto, crescimento de 0,6%, o que fez sua média atingir a marca de R$ 4.870,00/m², acumulando elevação de 2,2%, em 2020, e aumento de 3,5% quando analisamos a evolução dos últimos 12 meses.

Ou seja, para adquirir um imóvel padrão (65m², 2 dormitórios e 1 vaga de garagem) são precisos R$ 316.550,00, em média. Para aqueles que pensam em um empreendimento maior, com 90m² e 3 quartos, será necessário desembolsar R$ 462.650,00.

Matriz (R$ 7.285,00/m²), Santa Felicidade (R$ 6.062,00/m²) e Fazendinha Portão (R$ 5.431,00/m²) são as áreas da capital com os valores mais altos para comprar. Porém, os imóveis mais econômicos podem ser encontrados em: Bairro Novo (R$ 3.039,00/m²), Pinheirinho (R$ 3.766,00/m²) e Boqueirão (R$ 3.984,00/m²).

Falando agora sobre a evolução imobiliária, os destaques são Pilarzinho (R$ 5.985,00/m²), Santa Quitéria (R$ 6.066,00/m²) e Guaíra (R$ 5.278,00/m²), onde são encontrados os índices de crescimento mais altos, nos últimos 12 meses. O preço do metro quadrado nesses bairros aumentou 18,7%, 18,1% e 16,7%, nesta mesma ordem.

Também no último ano, Butiatuvinha (R$ 4.068,00/m²) sofreu o maior índice de queda (15,1%) no valor do m². Assim como Parolin (R$ 4.056,00/m²) e São João (R$ 4.389,00/m²), com desvalorizações de 9,6% e 6,9%, respectivamente.

Saiba quais bairros apresentam os m² mais caros e econômicos:

Mais caros (m²)Variação no mêsVariação no ano
BatelR$ 9.577,000,1%13,0%
JuvevêR$ 8.309,000,6%13,4%
AhúR$ 8.218,000,6%7,8%
Mais baratos (m²)Variação no mêsVariação no ano
CachoeiraR$ 2.792,00-0,1%-1,0%
AugustaR$ 2.871,001,4%-2,9%
Campo de SantanaR$ 2.947,000,5%6,8%

Fonte: ImovelWeb

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Curitiba teve aumento de 20% nas Vendas em 2020

A sensação é de que a festa terminou antes de começar. Iniciamos 2020 cheios de otimismo. Todas as previsões sinalizavam para uma única direção: o país vai deslanchar e os negócios vão prosperar. Até que, em março de 2020, fomos surpreendidos pela pandemia do coronavírus (Covid-19).

Um ano depois, nossa vida não é mais a mesma. Ainda temos mais perguntas do que respostas, mas estamos mais confiantes sobre como enfrentar a maior crise sanitária e econômica do século.

Desenvolvemos nossa capacidade de lidar com problemas e, a cada dia, buscamos a melhor maneira de adaptar-nos às mudanças, superar os obstáculos e resistir à pressão. Na vida e nos negócios.

O mercado imobiliário tem se mostrado um dos setores mais resilientes à pandemia do coronavírus. Não podemos prever o que virá, mas com certeza aprendemos valiosas lições para prosperar.

A primeira delas é não entrar em pânico. Em março de 2020, tivemos restrições mais fortes, em âmbito estadual e municipal. Havia dúvidas sobre o período que as medidas restritivas iriam vigorar, qual seria o comportamento do comprador e como as próprias empresas iriam lidar com esse novo momento. Isso perdurou por 60 dias.

A construção de um prédio é um ciclo longo, que depende de uma cadeia grande de fornecedores. No final, fomos enquadrados como atividade essencial. O setor teve de se adaptar às exigências (as sedes e o plantões de vendas não funcionariam da mesma maneira), mas mantivemos a produtividade.

Aprendemos que é importante ficar atento às oportunidades. A restrição da circulação fez com que as pessoas ficassem mais tempo em casa, trabalhando em home office, e elas começaram a refletir sobre a sua moradia atual.

Antes disso, muitos só utilizavam o imóvel para dormir, já que saíam cedo para trabalhar e só voltavam à noite. Hoje, as pessoas querem mais. Querem ter uma vista, um espaço para montar a estação de trabalho ou acompanhar os filhos nas atividades escolares.

Alguns já decidiram que precisam de um outro imóvel. Um lugar com mais um quatro, um banheiro ou numa localização melhor. Teve até quem saiu do apartamento para morar numa casa com quintal. As construtoras e incorporadoras estão atentas a esse movimento e os novos lançamentos já contemplam as novas exigências.

Outra lição importante: use a tecnologia a seu favor. Apesar da construção civil ter sido enquadrada como atividade essencial, os plantões de vendas precisaram ficar fechados em alguns momentos.

Mas o atendimento ao cliente não parou, ele ficou digital: tour virtual, vídeos, WhatsApp, chatbot, e-mail, chamadas de vídeos e videoconferência foram e são amplamente usados para apresentação do imóvel e agendamento de visita com hora marcada e todos os cuidados.

Acompanhar os indicadores também é importante para definir estratégias e metas. O cenário econômico tem ajudado o mercado imobiliário a ser resiliente na crise. Hoje, o que alimenta o setor é o crédito. E a taxa de juros para financiamento imobiliário é a menor da história do Brasil.

Isso permite que mais pessoas consigam comprar o imóvel. A redução de um ponto percentual da taxa de juros representa a entrada de 800 mil novas famílias no mercado imobiliário.

No último ano, quase quatro milhões de famílias tornaram-se elegíveis ao crédito. A capacidade de compra cresceu 30%, o que permitiu comprar um imóvel mais alinhado ao estilo de vida, preferências e necessidades dos moradores.

Independente do cenário, foque em resultados. Curitiba teve aumento de 20,7% nas vendas de apartamentos novos durante o 4º trimestre de 2020 em relação ao mesmo período de 2019, totalizando 4.857 imóveis comercializados. Foram R$ 3,3 bilhões em negócios realizados.

Para absorver o crescimento da demanda imobiliária ante uma oferta bastante limitada (o estoque de apartamentos novos em Curitiba é o menor desde 2007), houve um reajuste de 8% no preço médio do metro quadrado privativo na cidade nos últimos 12 meses. O valor praticado no fim de 2020 chegou a R$ 8.705,00 por metro quadrado.

Ao mesmo tempo, houve o aumento no custo dos insumos em função da escassez de produtos no mercado, e esse é um desafio para os empreendedores: desenvolver projetos com custos maiores e que, ainda assim, caibam no bolso do comprador.

Enfrentar um desafio por vez. E, assim, saíremos mais fortes e com mais conhecimento para seguir em frente e inovar.

* Presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR) e diretor de incorporação da Swell Construções, referência em edifícios de alto padrão e luxo em Curitiba.

Fonte: Ademi PR

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Busca por Imóveis tem nova Alta

O interesse dos brasileiros em procurar um lugar para morar cresceu após mais de um ano do início da pandemia, de acordo com a 4ª rodada da “Pesquisa da Influência do Coronavírus no Mercado Imobiliário Brasileiro”, realizada pelo DataZAP, braço de inteligência imobiliária de ZAP+. Os dados mostram que 4 em cada 10 brasileiros aumentaram a busca por imóveis. No mesmo período de 2020, essa proporção era de 4 em 100.

Quando questionados sobre como andava a procura por um imóvel desde o início da pandemia do Coronavírus no Brasil, o número de entrevistados que respondeu “Aumentou muito” cresceu 17 pontos percentuais. Por outro lado, a resposta “Diminui muito” caiu 47 pontos percentuais.

Gráfico mostra o interesse nas buscas por imóveis durante a pandemia.
Gráfico apresenta a resposta dos brasileiros para a pergunta: Desde o início da pandemia do Coronavírus no Brasil, sua busca por imóvel?

Por que aumentou a busca por imóveis?

Para Danilo Igliori, economista do DataZAP, juros baixos e disponibilidade de crédito imobiliário foram decisivos para estimular a busca por imóveis. “Os resultados sinalizam que a moradia ganhou um novo significado. Ao passar mais tempo em suas casas, inclusive com a adoção do home office, os consumidores passaram a ter novas preferências e desejos por residências com características diferentes”, explica o economista.

A pesquisa também mostrou que as pessoas estão aderindo ao isolamento social, como pontuou Danilo. Ficar em casa e sair só quando muito necessário tem sido a rotina de 53% dos brasileiros. Um crescimento de 10 pontos percentuais quando comparados com 2020. Já 3% estão vivendo normalmente sem alterações no dia a dia. O número representa uma queda de 10 pontos percentuais quando comparado com o ano passado.

Gráfico mostra o comportamento das pessoas durante a pandemia.
Gráfico apresenta a resposta dos brasileiros para a pergunta Considerando a sua realidade diante do início da pandemia, em 2020, você diria que estava isolado? Saindo de casa? Vivendo normalmente? E agora, diante do cenário atual de pandemia, em 2021, você diria que está…

Sobre a pesquisa

A 4ª onda da pesquisa do DataZAP  foi realizada  entre os dias 15 e 22 de março de 2021, logo após o agravamento da pandemia. E contou com respostas de 2.224 usuários dos portais ZAP Imóveis e Viva Real residentes das regiões metropolitanas do Brasil. A margem de erro é de 2 p.p. considerando nível de confiança de 95%.

O mesmo levantamento tinha sido realizado anteriormente em três momentos, permitindo a comparação dos resultados: entre 24 a 29 de março de 2020 (1ª onda), de 27 de abril a 05 de maio de 2020 (2ª onda), e de 29 de maio a 7 de junho de 2020 (3ª onda).

Fonte:Zap Imoveis

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Vantagens de comprar um imóvel na planta

Imóvel na planta ou pronto para morar? Nem sempre é fácil decidir, afinal, são muitos os fatores que precisam ser levados em consideração na hora de adquirir o imóvel próprio. Para você tomar a melhor decisão antes de fechar um negócio, separamos uma lista com as 6 vantagens de comprar um imóvel na planta. Confira!

Vantagens de comprar um imóvel na planta:

Preço mais acessível

Uma das maiores vantagens de comprar um imóvel ainda em construção é que seus custos são menores do que os daqueles que já estão prontos. Isso torna o preço do apartamento mais acessível, sendo ideal para famílias que querem economizar, sem perder a qualidade do imóvel.

Valorização imobiliária

Se, na hora da compra, o preço é menor, depois de pronto, o apartamento retoma sua valorização no mercado imobiliário. Isso acontece porque as imprevisibilidades que podem acontecer durante a construção são sanadas assim que a obra é finalizada.

Consequentemente, o apartamento se valoriza.

Infraestrutura moderna

Um imóvel na planta tem instalações mais modernas e em melhores condições. Não apenas a infraestrutura interna do apartamento, mas todo o prédio contará com redes elétrica e hidráulica novas, materiais de última linha e um bom acabamento. Isso evita preocupações com infiltrações, rachaduras, elevadores com defeito, portões velhos e demais problemas de manutenção.

Além disso, os espaços são melhor aproveitados e pensados estrategicamente no estilo de vida contemporâneo, o que garante maior conforto e praticidade no dia a dia dos moradores.

casal conversando com um corretor imobiliário sobre as vantagens de comprar um imóvel na planta

Facilidades no pagamento

Outra vantagem de comprar um apartamento na planta são as facilidades no pagamento oferecidas pelas construtoras, sendo possível uma negociação flexível.

Quem, por exemplo, opta por fazer um financiamento, pode negociar o valor da entrada, dividindo o restante em parcelas até a finalização da obra, ou, ainda, pagar uma porcentagem maior na entrada para reduzir os juros e a quantidade das parcelas restantes.

Documentação em dia

Comprar na planta oferece, ainda, maior desburocratização na hora de fechar o negócio. Como, anteriormente, o empreendimento não contava com moradores, você não corre o risco de ter problemas com taxas e impostos não pagos, registros incompletos, documentação atrasada e outros inconvenientes.

Planejamento para a mudança

Outro ponto positivo de imóveis na planta é que o proprietário tem maior prazo para planejar sua mudança.

Como as chaves são entregues só depois da obra pronta, há tempo suficiente para:

● Planejar os móveis e a decoração;
● Cotar a melhor transportadora;
● Conhecer a vizinhança do local;
● Estudar os novos trajetos que você e sua família farão;
● Programar toda a mudança com calma e organização.

Com todas essas vantagens, você ainda aumenta seu patrimônio, tendo a garantia de um investimento com retorno certo. Portanto, se está em busca de um imóvel, não deixe de considerar as vantagens de comprar um imóvel na planta.

Lembre-se apenas de pesquisar sobre o histórico da construtora e garanta o máximo de credibilidade e segurança para o seu investimento!

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Veja como começar o sonho da casa própria durante o isolamento social

Conquistar a casa própria é algo presente na vida de milhares de brasileiros. Nós sabemos que o momento é desafiador, mas também acreditamos que somos capazes de cumprir todos os desafios. A jornada de compra de um imóvel é longa e requer um sério planejamento. O futuro realmente é incerto, e nós não sabemos para onde irá caminhar a economia do nosso país. Mas, existem medidas que você tomar agora e estar pronto para agir quando for a hora certa, ou seja, quando tudo isso passar. Veja o que você pode fazer para continuar o sonho da casa própria.

1 – Comece identificando a localização que você deseja morar

Um ponto muito importante na escolha do novo imóvel é a localização. Se você está se preparando para esse momento, que tal aproveitar o tempo livre do distanciamento social e fazer aquela pesquisa sobre bairros? Provavelmente na internet ou em jornais locais você irá encontrar informações relevantes sobre o que deseja. É importante saber sobre segurança, escolas, farmácias, hospitais e acessibilidade.

+ Quer conhecer imóveis disponíveis agora?

2 – Encontre sua faixa de preço

Depois de escolher o bairro, é importante se atentar à faixa de preço que você está disposto a pagar. Seja em lançamentos ou em imóveis usados, é preciso verificar todos os custos que você terá que arcar, sendo os principais: valor do imóvel, valor do condomínio e valores de documentação.

Vale ressaltar que nessa etapa, é necessário que você já tenha escolhido o tipo de imóvel que atende suas necessidades. É uma quitinete? Studio, apartamento de 1, 2 ou 3 dormitórios? Ou será que você prefere uma casa?

Os portais imobiliários ajudam nesse momento! Sem precisar sair de casa você consegue visitar diversos imóveis, obter muitas informações e fazer uma lista dos imóveis que você.

Veja como as imobiliárias e corretores estão se adaptando ao momento para continuar te ajudando. 

Sonho da Casa própria sem sair de casa
Sem sair de casa é possível começar o sonho da casa própria. Apenas com um computador e uma agenda, você pode começar a se planejar agora (Foto: Shutterstock)

3- Continue economizando

Com crise ou sem crise, economizar dinheiro é uma realidade. Se possível, continue reservando dinheiro para conseguir pagar a famosa entrada do imóvel. O valor, como você já deve saber, pode variar, mas não deve passar dos 20% do preço de compra – Ao menos que você tenha além desse valor e queira bater o montante. 

O período do distanciamento social está fazendo com que uma grande parcela da população mundial fique dentro de casa. Diante desse cenário, não estamos indo à barzinhos, cinemas, teatros, shows e também não podemos fazer nenhum tipo de viagem.

Se você era acostumado a frequentar esses lugares, você já pensou que esse dinheiro que está “sobrando” é ideal para poupar e guardar?

Enfim, sabemos que tudo pode acontecer e que em períodos de incertezas na economia, muitos fatores negativos podem afetar a nossa vida. Só queremos reforçar que, se você encontra-se em uma situação boa e quer esperar a pandemia passar para dar entrada em um imóvel, aproveite para guardar dinheiro ainda mais.

4- Fique de olho no seu crédito no mercado

Você deve saber que para tudo existe uma análise de crédito. Por isso, recomendamos que você fique de olho na sua pontuação. Se ela está boa, certamente seu financiamento será liberado com facilidade. Mas, se a pontuação não está favorável, talvez seja o momento de repensar e tentar melhorar essa questão. Sua pontuação de crédito pode afetar a taxa de juros para a qual você se qualifica. Nos dias de hoje, as principais empresas de créditos disponibilizam aplicativos para você consultar o seu Score.

5- Reúna os documentos necessários para aprovação do financiamento imobiliário

Uma carta de pré-aprovação geralmente é válida por 60 a 90 dias; portanto, você não precisa dela até que esteja mais perto de comprar. Mas verifique se você possui (ou pode obter) os documentos necessários, como declarações de impostos, recibos de pagamento e extratos bancários. Os bancos também podem querer ver evidências de seu adiantamento. Se você estiver recebendo ajuda de amigos ou familiares e o dinheiro não estiver em sua conta, pode ser necessário garantir os fundos antes da pré-aprovação ou fornecer documentação mostrando quando os fundos estarão disponíveis.

6 – Limite de crédito aprovado sem sair de casa

Não seria legal você sair de casa, ir até uma agência bancária, solicitar um limite de crédito para financiamento e não ser aprovado. Já que estamos pedindo para você ficar na sua residência e sair apenas para questões essenciais, nós afirmamos para você que já é possível verificar se existe um limite de crédito disponível para o seu perfil. E o melhor, totalmente on-line. É o sonho da casa própria cada vez mais tecnológico.

o sonho da casa própria sem sair de casa

Veja como funciona:

  • Simulação e aprovação de crédito – Primeiro você irá preencher seus dados pessoais e os do imóvel para simular e solicitar a análise de crédito. Não se esqueça que o imóvel você pode escolher num ZAP!

 

  • Cadastro e documentação – De maneira simples e fácil, cadastre as informações da proposta e envie os documentos solicitados pela plataforma.
  • Análise de documentos e vistoria do imóvel – Após enviar seus documentos, é hora de acompanhar a análise técnica e marcar a vistoria. Essa etapa precisa de muito cuidado e atenção. Muitos corretores estão fazendo vídeos e compartilhando com os clientes. Toda a vistoria do imóvel deve seguir as recomendações do Ministério da Saúde, que são elas: estar presente o mínimo de pessoas, manter distância de pelo menos 1 metro e realizar todo o processo de higiene.
  • Contrato – Após a conclusão das análises, você irá assinar seu contrato. Caso esse processo aconteça no período de distanciamento social, é preciso se atentar também as etiquetas de saúde do governo. Sabemos que os principais bancos do Brasil estão adotando medidas de segurança para seus colaboradores e clientes.
  • Liberação de crédito – Após a entrega do contrato registrado e matrícula atualizada, o crédito será liberado ao vendedor.

Pronto, se você chegou até aqui e deu tudo certo, sinal que o sonho da casa própria está bem próximo de se tornar realidade. Vamos supor que você conseguiu um limite de crédito imobiliário e quer continuar toda a jornada de compra de um imóvel, afirmamos que é possível! 

Com segurança e higiene, as imobiliárias e corretores estão adotando diversas práticas para que tudo ocorra da melhor forma possível.

O avanço da tecnologia permite que você converse diariamente com o seu gerente bancário e também com o seu corretor imobiliário. O próprio corretor está preparado para te orientar nesse momento de muitas incertezas. 

Através de vídeos chamadas e tours virtuais, é possível observar todos os detalhes de um imóvel. Também já possível realizar toda a transação imobiliária de forma digital, inclusive a assinatura de contrato.

Bom, não sabemos até quando essa pandemia irá afetar o nosso dia a dia, mas, podemos concluir que muitas coisas pela frente devem mudar e que esse processo do começo da jornada de um imóvel acontecer de forma virtual tende a crescer e se tornar uma grande realidade. 

 

Revista ZAP

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Como utilizar seu FGTS para comprar um Imóvel

FGTS e pagamento do financiamento habitacional

O saldo da sua conta do FGTS pode ser utilizado para pagamento da casa própria.  

Compra de imóveis e construção

Para quem deseja comprar ou construir um imóvel residencial, o saldo do FGTS pode ser utilizado na hora da contratação, como entrada do financiamento, constituindo parte do pagamento ou do valor total.

 

Amortização ou liquidação do saldo devedor

O saldo do FGTS pode ser usado para quitar totalmente  ou parcialmente sua dívida, desde que o contrato de financiamento tenha sido assinado no âmbito do Sistema Financeiro Habitação (SFH).

 

Pagamento de parte do valor das prestações

Você pode usar o FGTS para diminuir em até 80% o valor das prestações em 12 meses consecutivos, desde que o contrato de financiamento tenha sido assinado no âmbito do Sistema Financeiro Habitação (SFH).

Consulte seu FGTS

  1. Consulte o saldo do seu FGTS

    Confira o saldo da sua conta de FGTS e veja quanto pode ser utilizado na operação de compra, liquidação ou amortização de seu saldo devedor ou ainda, das parcelas de seu contrato.
  2. Reúna a documentação

    Então, separe a documentação nece​ssária e entregue na Agência da Caixa ou no Correspondente Caixa Aqui mais próximo de você. 

  3. Invista no seu sonho

    A Caixa avalia a documentação e, caso aprovada, seu saldo do Fundo de Garantia é investido na casa própria.

 

Documentação

      • Documento oficial de identificação
      • Extrato de conta vinculada ao FGTS
      • Carteira de trabalho para comprovar o tempo de trabalho sob o regime do FGTS
      • Se você é trabalhador avulso, declaração do órgão gestor da mão de obra ou do sindicato
      • Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física – DIRPF. No caso de trabalhador casado ou em união estável, apresentar a DIRPF de ambos os cônjuges/companheiros Confira a lista completa de documentação​, com os casos excepcionais.

                             Confira também a lista de condições. ​​

Condições

Para o comprador

É preciso ter no mínimo três anos de trabalho sob o regime do FGTS, somando-se os períodos trabalhados, consecutivos ou não, na mesma ou em empresas diferentes.

  • Não possuir financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), em qualquer parte do País.
  • Não ser proprietário, possuidor, promitente comprador, usufrutuário ou cessionário de imóvel residencial urbano ou de parte residencial de imóvel misto, concluído ou em construção, localizado no município de sua atual residência, ou onde exerce a sua ocupação laboral principal, incluindo os municípios limítrofes e integrantes da mesma região metropolitana.

Para o imóvel

  • Valor da avaliação deve ser de até R$1.500.000,00 para todos os estados brasileiros.
  • Ser de propriedade do proponente o terreno objeto da construção do imóvel, no caso de construção sem aquisição de terreno.
  • Ser residencial urbano;
  • Destinar-se à moradia do titular.
  • Apresentar, na data de avaliação final, plenas condições de habitabilidade e ausência de vícios de construção.
  • Estar matriculado no RI competente e sem registro de gravame que resulte em impedimento à sua comercialização.
  • Não ter sido objeto de utilização do FGTS em aquisição anterior, há menos de 03 anos, contados a partir da data do efetivo registro na matrícula do imóvel, por exemplo, se imóvel adquirido foi registrado na matricula em 30.11.2009, somente poderá ocorrer nova utilização a partir de 01.12.2012.

Você não pode usar o FGTS para

  • móvel comercial;
  • Reformar ou aumentar seu imóvel;
  • Comprar terrenos sem construção ao mesmo tempo;
  • Comprar material de construção;
  • Imóveis residenciais para familiares, dependentes ou outras pessoas.
  •  O que você paga
    • Nos financiamentos, as taxas previstas para a contratação;
    • Na compra a vista, Taxa de Intermediação do FGTS para aquisição de Moradia, conforme
Tabela de Tarifas da CAIXA​

Fonte: C.E.F

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Organização financeira: 7 dicas para manter uma vida equilibrada

Organização financeira: 7 dicas para manter uma vida equilibrada

O conceito de organização financeira vai além de simplesmente manter contas em dia; seus resultados também são bem mais do que de apenas acumular riquezas.

Estar em sintonia com as finanças pessoais significa ter noção do quanto se ganha e gasta e, com isso, saber com precisão para onde vai seu capital. A importância dessa consciência é que a relação com o dinheiro não raras vezes transborda a seara monetária, afetando seriamente a saúde e os relacionamentos do indivíduo.

Entre os benefícios de ter a vida financeira organizada, estão: investir naquilo que é, de fato, importante; garantir um futuro tranquilo para você e sua família e ter uma vida mais plena e harmoniosa com quem você ama.

Há algumas práticas eficientes para manter as finanças em dia e impedir que o dinheiro se torne uma doença em sua vida. Elas incluem atitudes como gastar menos do que ganha, quitar dívidas, ter um fundo de emergência, definir seus objetivos financeiros e estabelecer metas de despesas.

Quer ver em detalhes como manter uma vida equilibrada com a organização financeira em dia? As linhas abaixo mostrarão o caminho!

O descontrole financeiro sob o olhar da ciência

organização financeira

O descontrole financeiro não está diretamente atrelado ao nível salarial do indivíduo, mas sim à sua incapacidade de reagir à esmagadora pressão social pelo consumo desenfreado.

Em uma sociedade que hierarquiza a relevância de cada cidadão de acordo com suas posses, o endividamento está muito mais ligado a questões culturais e psicológicas do que meramente financeiras.

Nessa espiral de consumir desesperadamente para ser reconhecido em seu meio social, comprar produtos/serviços de que não necessita e acostumar-se à lógica hedonista do “prazer imediato, ônus posterior”, é natural o desenvolvimento de doenças por descontrole financeiro. E as possibilidades de desequilíbrio psicossomático são inúmeras.

Em uma pesquisa inédita sobre o tema, feita pelo SPC Brasil, 65,6% dos entrevistados disseram ter desenvolvido depressão por conta da falta de organização financeira; 61,8% citam desencadeamento de um estado imutável de angústia, além de ansiedade (59,8%), baixa estima (57,8%), estresse crônico (57,8%), bem como culpa (46%) e vergonha perante família e amigos (43,9%).

Segundo profissionais de saúde, em períodos de crise, a quantidade de novos pacientes nos consultórios psiquiátricos pelo Brasil multiplica-se exponencialmente.

Também pudera. O ato de consumir libera neurotransmissores como dopamina, serotonina e noradrenalina — substâncias químicas que inundam o sistema cerebral de prazer e são relacionadas à sensação de recompensa e de bem-estar.

O problema é que esse impulso nervoso de autoestima, motivação e plenitude dura pouco.

A compra não sustentável financeiramente não tarda a devolver ao consumidor a consciência de que o ímpeto do minuto anterior implicará a privação “a perder de vista” desse libertador estado de prazer. Isso por conta do aprisionamento indefinido às parcelas.

A necessidade incontrolável de uma nova liberação desses neurotransmissores estimula, então, a reincidência da compra por impulso (ainda que sem dinheiro).

Esta, por sua vez, repete-se outras vezes, gerando um círculo vicioso de “prazer – luto” … e uma conta bancária cada vez mais destruída.

Não se atravessa o mundo sem dar o primeiro passo

Ceder aos impulsos de consumo é difícil. Não querer estar longe dos amigos naquela balada que todos já confirmaram presença; arrematar aquela roupa que parece ter sido feita para você (mesmo sem ter planejado a aquisição antes de se deixar seduzir pela vitrine); não ter paciência para juntar dinheiro antes de trocar de carro — qualquer pessoa, ocasionalmente, pode se deixar vencer por gastos não programados.

O problema é que resistir à compra de impulso na primeira vez é mais fácil do que na segunda. Manter-se firme diante da gôndola na quarta vez é mais complicado do que na terceira.

Ou seja, nosso sistema de recompensa cerebral tem uma chave de bom senso, uma espécie de “válvula da racionalidade” que vai ficando cada vez mais frouxa a cada derrota diante da vitrine.

Porém, ceder uma vez provavelmente vai facilitar o caminho para que a exceção se torne regra. E então, rapidamente, o indivíduo adoece, incapaz de controlar seus próprios atos de consumo e garantir o mínimo de organização financeira.

Apesar de ter consequências emocionais e psicológicas (podendo desembocar em manifestações patológicas concretas graves), o start para o transtorno compulsivo, assim como para a cura da oniomania, está em condicionar seu cérebro a se equilibrar diante da tentação por uma única vez.

É a reação invertida citada acima, em que o primeiro passo facilita o segundo, que torna mais simples o terceiro, que deságua em reequilíbrio emocional na relação com o dinheiro. Para isso, a mudança de hábitos é fundamental. Mas como guinar para a organização financeira?

Tentações de mercado, você e seu dinheiro: equalizando as relações

Sun Tzu, general e filósofo chinês (544 a.C. – 496 a.C.) ensina, em A arte da guerra, que, para vencer um inimigo, é preciso conhecê-lo tão bem quanto você conhece a si mesmo.

E aqui temos dois pontos principais: quem é você, e quais os instrumentos utilizados pelo mercado para tirar você dos trilhos.

Nesse segundo ponto, é preciso ter consciência de que, atualmente, as estratégias de marketing sensorial, usadas amplamente no varejo, buscam estimular seus cinco sentidos para fazer você se entregar de corpo e alma a uma compra inesperada.

Mais do que uma venda, o mercado sempre tentará passar a você que entregando uma experiência exclusiva (“deu a louca no gerente”, “só hoje, 50% off”): o objetivo é despertar seu senso de urgência.

Por curiosidade, experimente resistir por apenas um dia, retornando ao local no dia seguinte. Provavelmente você encontrará o mesmo produto, vendido pelo mesmo preço. Nada é tão urgente que não possa esperar.

O mercado publicitário também é abundante no acionamento de gatilhos mentais (inconscientes) para compra: pesquisas mostram, por exemplo, que 93% dos consumidores são impactados pelo aspecto visual de um produto.

Da mesma forma, a utilização de aromas que remetem a boas sensações aumenta o tempo de permanência do cliente em 15,9%, ampliando a possibilidade de compra em 14,8%. Conclusão: não entre — jamais — em loja alguma, sem que você tenha previamente planejado comprar algo.

Além do conhecimento e da precaução contra as estratégias de marketing do mercado, outro ponto para o desenvolvimento da organização financeira reside em você mesmo. E, na verdade, essa é a variável mais relevante.

As práticas financeiras recomendadas por especialistas incluem sistematizar suas receitas e despesas em uma planilha, acostumar seu cérebro que a compra é sempre precedida de pesquisa de preços e condicionar-se à lógica de “guardar primeiro, comprar depois” (o que significa fim dos financiamentos).

Além disso, elas solicitam ajustar seu padrão de vida para patamar inferior ao dos seus rendimentos (se você ganha R$ 5.000, só pode gastar 70%, ou seja, R$ 3.500).

Como manter a organização financeira

É por conta dos pontos mostrados que trazemos abaixo algumas orientações cruciais para uma mudança brutal em sua relação de consumo.

1. Saiba qual é a real situação das suas finanças

O primeiro passo para organizar a vida financeira é saber qual é a real situação das suas finanças. Analise seu extrato bancário, a fatura de cartão de crédito e outras entradas e saídas da conta.

Descubra se você gasta mais do que ganha e, principalmente, em que categorias do orçamento estão suas principais despesas.

Nessa análise, não deixe de prever também os gastos futuros, como impostos, e possíveis dívidas.

Depois de saber exatamente para onde está indo seu dinheiro e se as finanças estão em equilíbrio (com as receitas superando as despesas), você pode traçar um plano de ação para sua vida financeira.

Considere, por exemplo, metas de gastos para cada categoria do orçamento e previsão de quanto terá disponível para investimento. Esse diagnóstico é o passo zero para alcance de um nível mínimo de organização financeira.

2. Não toque em seu cartão sem que isso seja documentado em sua planilha

A planilha de finanças pessoais será sua bússola e, ao mesmo tempo, sua bíblia financeira. É a ela que você recorrerá sempre que acreditar que precisa comprar algo.

A resposta definitiva deverá vir de sua liquidez, do quanto em dinheiro está previsto sobrar no fim do mês (sem comprometer seus 30% destinados a investimentos, sobre os quais falaremos mais tarde).

Do cafezinho à cervejinha do happy hour, absolutamente tudo deve ser documentado em sua planilha de organização financeira.

Transferir todos os seus rastros financeiros para o papel (ou planilha) é etapa imprescindível para mudar o destino de sua vida patrimonial.

3. Gaste menos do que ganha

Depois de fazer uma análise cuidadosa das finanças, é hora de partir para ação. Se suas receitas superam os custos, boa notícia! Agora é trabalhar para manter o equilíbrio e sua organização financeira.

Já quem gasta mais do que ganha não pode perder tempo: é preciso cortar despesas e/ou aumentar as entradas em conta a fim de reverter esse quadro.

O ideal é aprender a viver apenas com 70% dos seus rendimentos; o restante, ou seja, os 30% sobre os quais comentamos, deve ser destinado a investimentos de longo prazo (como previdência privada) ou proteção financeira (como seguro de vida).

No geral, há muitos gastos que podem ser cortados ou reduzidos, como:

• idas a bares e a restaurantes;

• despesas com cuidados pessoais, como tratamentos estéticos e academia;

• compras de supérfluos, como maquiagem, roupas e outros itens não essenciais no dia a dia.

Não é preciso abrir mão de coisas que dão prazer. Mas que tal optar por alternativas mais baratas e priorizar aquilo que é realmente importante (em prol de sua organização financeira)? Assim, você vai voltar a ter as finanças em dia.

Por exemplo, você pode caminhar no parque em vez de pagar academia, ou encontrar os amigos em casa em vez de sair.

4. Quite suas dívidas

Quem está endividado precisa ter como prioridade número um acabar com os débitos em aberto. Se está com pagamentos em atraso, busque os credores para propor uma renegociação.

O ideal é começar pelas dívidas que cobram taxas e juros altos, como o cheque especial. Se necessário, cogite vender algum bem para se ver livre de débitos.

Também é possível pegar um empréstimo que cobre taxas mais baixas para melhorar sua organização financeira (como um consignado).

5. Estude… muito

Você sabe qual a relação entre taxa de juros e inflação? Sabe como esses dois indicadores impactam os investimentos? E quanto às aplicações em renda fixa e variável, como cada uma se beneficia de cada cenário econômico?

Se não tem certeza das respostas, sua missão para reordenar suas finanças pessoais passa por estudar o mercado financeiro.

Conheça os principais investimentos e os gatilhos de volatilidade. O objetivo é saber aonde alocar os 30% de seus rendimentos para multiplicar seu capital no longo prazo.

6. Crie um fundo de emergência

Um passo essencial para manter as finanças em dia é ter uma reserva para imprevistos, como um problema de saúde na família, um eletrodoméstico quebrado ou uma viagem de emergência.

Ao poupar para criar um fundo de emergência, você consolida sua organização financeira e evita ter que se descapitalizar ou pedir empréstimo caso tenha que lidar com algum imprevisto.

Crie a reserva com uma quantia equivalente a três meses de despesas mensais, pelo menos. Aplique-a em um investimento que permita retirar o dinheiro a qualquer momento sem perder rentabilidade.

7. Defina objetivos financeiros

Outra dica importante para ter uma vida financeira equilibrada é definir quais são seus objetivos de curto, médio e longo prazo.

Isso varia de pessoa para pessoa e, entre as possibilidades, estão dar entrada em um apartamento, fazer um MBA ou ter renda compatível com a atual na aposentadoria, por exemplo.

Os objetivos em seu mapa de organização financeira podem mudar de tempos em tempos.

No entanto, ter com clareza cada um deles na mente ajuda a tomar as melhores decisões. Assim, você sabe que todos os sacrifícios que faz — como reduzir gastos com lazer — são em nome de um propósito maior.

8. Estabeleça metas de gastos

organização financeira

Ter um plano financeiro em mãos é uma das melhores formas de garantir que suas finanças estão sob controle.

Nesse sentido, um passo importante é considerar, no seu planejamento, uma meta de gastos para cada categoria do orçamento. Isso garante que você não terá despesas mais altas do que pode assumir no futuro.

Comece pelas despesas essenciais e fixas, como parcela do financiamento ou aluguel, mensalidade da escola etc. Em seguida, liste gastos como contas de consumo.

Depois, foque prioridades como parcelas de dívidas ou investimentos. Distribua o dinheiro que sobrou pelas categorias relativas ao estilo de vida, como viagens, roupas e afins.

Além de criar as metas, é essencial acompanhá-las ao longo do mês para saber se está conseguindo manter sua organização financeira dentro do que estipulou. Caso gaste mais do que o previsto em alguma área, busque compensar em outra para que as finanças fiquem em equilíbrio.

9. Pesquise preços

Uma vida financeira equilibrada passa por fazer escolhas inteligentes no dia a dia. Um passo importante para alcançar esse objetivo é sempre pesquisar preços antes de efetuar qualquer compra.

Criar esse hábito evita que você gaste dinheiro desnecessariamente em itens que poderiam ser encontrados por um valor menor em outro lugar.

A internet é uma grande aliada. Use ferramentas como Buscapé e Google Shopping para pesquisar preços e não hesite em pechinchar caso encontre o mesmo produto por um valor mais baixo em outro lugar.

Para gastar menos, pagar à vista é uma excelente opção, inclusive porque muitas empresas oferecem descontos que podem chegar a 20% para quem escolhe essa forma de pagamento.

Fonte:MAG

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Apesar da pandemia, vendas de imóveis crescem no Brasil

É o que mostra balanço do mercado imobiliário que a Câmara Brasileira da Indústria da Construção

 

Mesmo sob impacto da covid-19, as vendas de imóveis no Brasil subiram 8,4% nos nove primeiros meses de 2020, na comparação com o mesmo período de 2019.

Os números fazem parte de um balanço do mercado imobiliário que a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) divulga nesta segunda-feira.

No mesmo período, porém, houve uma redução de 27,9% nos lançamentos de imóveis e uma redução de 13% na oferta.

Na avaliação do setor, o fato de o mercado não ter recuperado o volume de lançamentos represados em função da pandemia, apesar da tendência de crescimento nas vendas, pode ser um indicativo de cautela

por parte dos empresários em função do aumento no custo dos insumos.

Em setembro, a CBIC entregou ao governo federal um documento reunindo “evidências sobre abusos no aumento do preço de materiais de construção durante a pandemia”.

No país todo, as vendas apresentaram um aumento de 57,5% no terceiro trimestre de 2020, na comparação com o trimestre anterior. O resultado foi positivo em todas as regiões. O maior aumento foi observado no Sudeste, onde as vendas de imóveis subiram 93,3% no período.

Fonte: Veja

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Imóveis em Curitiba têm valorização real e estabilidade nas vendas

O impacto da pandemia da Covid-19 realmente parece distante do setor imobiliário. Acompanhando o cenário nacional, os números da atividade imobiliária em Curitiba não deixam dúvidas que, se não está no seu melhor momento, como era previsto para o ano de 2020, o mercado de imóveis pelo menos está longe de uma possível retração.

A afirmação vem dos dados da pesquisa apresentada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR) aos seus associados na manhã desta quarta-feira (29), e divulgada em primeira mão pela HAUS, que aponta estabilidade nas vendas de apartamentos residenciais novos (com queda de 3,7%, porcentual considerado dentro da margem de erro).

“A demanda caiu, mas ela não se exauriu. Com a [taxa] Selic baixa, os estoques baixos, as obras ocorrendo dentro do prazo e o horizonte de entrega mantido, o consumidor que não perdeu o emprego e teve sua renda mantida sente-se mais confortável para a compra. Já passamos o pior cenário”, destaca Guilherme Werner, sócio da Brain Inteligência Estratégica, responsável pela pesquisa. “Quando a taxa de juros vem para abaixo de dois dígitos, cada meio ponto porcentual que é tirado da taxa de financiamento abre 1 milhão de novas famílias elegíveis ao crédito no Brasil. Em Curitiba, isso corresponde a cerca de 100 mil famílias”, exemplifica Leonardo Pissetti, presidente da Ademi-PR, ao listar a queda nos juros entre os fatores que favoreceram as negociações no período.

O baixo crescimento do estoque, que avançou 9,4% e atingiu 6.072 unidades à espera de um comprador no fim de junho, é outro dado que sustenta o argumento do setor quanto à demanda por imóveis novos na cidade. Especialmente quando comparado ao número de unidades lançadas no primeiro semestre, que saltou de 955 para 1.653, entre os iguais períodos de 2019 e 2020, com crescimento de 73%.

“Diferente de outras capitais, como São Paulo, onde cerca de 60% das vendas estão dentro do Minha Casa, Minha Vida, em Curitiba [as vendas estão diluídas] em todos os segmentos”, aponta Pissetti. Mesmo assim, os imóveis especiais, como são chamados os compactos de um dormitório, tem se destacado, principalmente por atrair investidores que têm migrado seus investimentos dos imóveis corporativos e das aplicações financeiras para o segmento residencial. “Em um cenário de instabilidade econômica, o ativo imobiliário acaba sendo um ativo de proteção do capital, um investimento seguro, que remunera o investidor melhor do que se ele deixasse o dinheiro [aplicado] em uma renda fixa, por exemplo”, ilustra Werner.

Ganho real
A alta de 5,1% do preço médio do m² privativo – que passou de R$ 7.875 para R$ 8.272 no comparativo entre os seis primeiros meses de 2019 e 2020 -, 3,42 pontos porcentuais acima da inflação acumulada no período (1,68%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA), é outro sinal positivo para o setor. Contribuíram para a alta desde o aumento do custo dos insumos da construção civil e a oferta de imóveis enquadradas nas categorias de luxo e superluxo na capital (com unidades vendidas com preços acima de R$ 1 milhão), que puxam os valores para cima, até a escassez de produtos em determinadas regiões da cidade, como lembra Pissetti.

Os números fazem com que o horizonte de curto prazo se mostre positivo para o mercado imobiliário, frente a toda crise econômica e sanitária gerada pela pandemia, com Valor Geral de Vendas (VGV) acumulado estimado em cerca de R$ 3 bilhões ao final de 2020, contra R$ 1,9 bilhão em 2019.

“A vida em meio à pandemia denota, no meio dela, a compra do imóvel, distanciando o setor imobiliário de outros da economia por se tratar de um item básico. Da caverna até hoje, ninguém inventou nada melhor do que um teto para morar. Então, o setor imobiliário sai mais resiliente, à frente de outros [e apresenta] esse sucesso inesperado”, resume Werner.

Além da moradia
Cenário distinto vive o segmento de unidades comerciais. Seja nas salas ou lajes corporativas, todos os números partem da estabilidade, caso do preço médio do m², corrigido em -0,6% e comercializado a R$ 9.140 no fim de junho, para a queda. O número de unidades vendidas, por exemplo, teve redução de 18,6% no período, somando 210, com o VGV caindo 40,9% em relação ao comercializado no mesmo período de 2019.

“O segmento comercial é um produto que está diretamente ligado à atividade econômica. Se eu tiver redução do PIB [Produto Interno Bruto], é natural que isso respingue com maior impacto em imóveis deste tipo se comparado aos residenciais. É muito cedo para [avaliar como serão os próximos meses]. As pessoas são seres sociais, elas vão voltar aos escritórios. Só que, hoje, o cenário é de indefinição. E, diante dele, a minha leitura é a de que uma queda de 18% não é uma catástrofe em termos de venda, principalmente porque a base é baixa”, avalia Werner.

O segmento não teve unidades lançadas no primeiro semestre deste ano e apresenta estoque de 695 unidades, 6,3% menos do que nos primeiros seis meses do ano passado. “Curitiba teve uma enxurrada de lançamentos comerciais no período do boom, e isso fez com que a cidade tivesse que praticamente só consumir o estoque, passando um bom tempo lançando pouco. O cenário de estabilização deste estoque foi atingido no ano passado, o que já esta abrindo caminho para novos lançamentos”, projeta o sócio da Brain.

Fonte: Gazeta do Povo.

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PIX começou a funcionar; saiba tudo sobre a nova modalidade de pagamentos

Sistema tem mais de 30 milhões de pessoas cadastradas e pretende aumentar a digitalização de pagamentos no Brasil.

PIX, novo sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, estreia nesta segunda-feira (16), com mais de 30 milhões de pessoas cadastradas e mais de 71 milhões de chaves PIX registradas. A tecnologia desenvolvida pelo Banco Central já está disponível para clientes de 734 bancos, corretoras e instituições financeiras que operam no país.

O principal objetivo do sistema é aumentar a digitalização das transações financeiras no Brasil. Segundo o BC, a adesão também ajudará a aumentar a competição no mercado financeiro e reduzir o uso de papel moeda.

A expectativa do mercado é que o sistema seja o grande substituto de DOCs e TEDs, por ser um sistema gratuito e estar disponível a qualquer hora, sete dias por semana. Mas também servirá para efetuar compras on e offline. Por ser instantâneo, as trocas devem ocorrer em até 10 segundos.

O efeito mais imediato do PIX é em relação às transferências bancárias. Além de serem facilitadas, pela praticidade de trocar dinheiro apenas com a chave do recebedor em mãos, a velocidade e gratuidade da transação são diferenciais.

DOCs e TEDs só podem ser realizadas em horário comercial, em dias de semana. Podem demorar até o dia útil seguinte para serem concluídas. Já o PIX está disponível a qualquer momento e termina a operação em até 10 segundos.

Mais adiante, será mais comum pagar por compras com o novo sistema. Depois de um período de adaptação, lojistas devem adotar o recurso também pela questão de velocidade da transação, mas em especial pela redução de custos no negócio. As taxas cobradas de pessoas jurídicas pelo uso do PIX serão menores do que operações com cartões de débito e crédito tradicionais.

De acordo com Breno Lobo, chefe da divisão no departamento de competição do BC, quase 70% das transações financeiras são realizadas com dinheiro vivo no Brasil. Em um horizonte de 10 anos de funcionamento do PIX, a expectativa é que esse número diminua em 10 pontos percentuais.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta segunda que o PIX terá novas funcionalidades pela frente, como cashback e pagamentos programados.

Quem pode usar o PIX

Todas as pessoas e empresas que tiverem contas contas correntes em instituições financeiras do país.

De acordo com o Banco Central, 734 instituições terão o PIX disponível para toda a base de clientes a partir desta segunda-feira.

Outras 19 não realizaram todos os testes durante o período de operação restrita e, portanto, retornaram à etapa de homologação, não ofertando o PIX nesse momento.

“Até 15/11 já haviam sido cadastradas mais de 71 milhões de chaves Pix e realizadas mais de 1 milhão e 900 mil transações entre instituições diferentes, com um montante financeiro que passou de R$ 780 milhões”, informou o BC.

Para as pessoas físicas, antes de usar o serviço é preciso cadastrar uma Chave PIX – uma ‘identificação’ no sistema.

Usando o PIX

O usuário poderá fazer um PIX quando for fazer uma transferência ou pagamento. Só é possível fazer um PIX para outro usuário do sistema.

O uso poderá ser feito das seguintes formas:

  • Pela “chave de endereçamento” – e-mail, números de CPF ou CNPJ, número de celular ou código de números e letras aleatório chamado EVP;
  • Por um link gerado pelo celular ou;
  • Por leitura de QR Code.

O pagador poderá fazer a operação inserindo a chave do recebedor, usando um link gerado pelo celular ou fazendo a leitura de QR Code. No comércio, por exemplo, o vendedor poderá gerar um QR Code, que o comprador vai ‘ler’ e pagar diretamente.

Por enquanto, os pagamentos dependem de internet para serem realizados. Está prevista para 2021 uma forma de pagamento offline. Futuramente também será implementado também o “saque PIX”, em que o recebedor poderá fazer saques em redes varejistas.

Segurança

Como a tecnologia é instantânea, o Banco Central afirma que o PIX requer segurança redobrada para não ser suscetível a fraudes.

Além de contar com o sistema de segurança da própria entidade, em setembro o Banco Central revisou uma regra sobre restituição de valores transferidos por suspeita de fraude. Se houver algum comprovação de crime, será possível fazer reembolso sem autorização da pessoa que recebeu o depósito.

O lançamento do sistema, no entanto, foi usado por golpistas para roubar dados de clientes. Com o início do cadastramento das chaves, ainda em outubro, os golpistas aproveitaram que bancos e financeiras sugerem que os clientes registrem-se no serviço, para ter acesso às contas das vítimas.

Fase de testes

No dia 3, o Banco Central iniciou uma fase de testes para captar possíveis falhas antes da estreia do novo sistema. Não foram encontradas vulnerabilidades graves e a expectativa é que a inauguração ocorra sem percalços.

No período, as instituições financeiras habilitadas puderam dar acesso ao PIX a até 5% dos clientes cadastrados. Ao longo de quase duas semanas, até a última sexta-feira, foram realizadas mais de 820 mil transações, que movimentaram R$ 320 milhões.

Fonte:G1

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