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Aluguel registra alta de 6,7% em Curitiba

O bairro Mercês foi o mais valorizado nos últimos 12 meses, acumulando crescimento de 18,9%

São Paulo, setembro de 2020 – De acordo com o relatório elaborado pelo Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País, o preço médio de locação segue trajetória de alta na capital paranaense. Em agosto, foi registrado um sutil crescimento de 0,2%, levando o custo médio do aluguel de um imóvel padrão – 65m², 2 dormitórios e 1 vaga de garagem – ao patamar de R$ 1.199,00/mês. Em 2020, houve uma elevação de 0,9%, enquanto nos últimos 12 meses, o peço subiu 6,7%.

O estudo, que analisa as variações dos valores imobiliários, apontou que Matriz (R$ 1.528,00/mês) é a região mais cara para morar de aluguel em Curitiba, seguida de Santa Felicidade e Cajuru, que possuem médias mensais de R$ 1.426,00 e R$ 1.267,00, respectivamente. Enquanto Bairro Novo (R$ 965,00/mês), Pinheirinho (R$ 970,00/mês) e Boqueirão (R$ 1.029,00/mês) são as localidades mais econômicas para locação de imóveis.

Considerando os últimos 12 meses, Mercês (R$ 1.930,00/mês), registrou o maior crescimento no preço do aluguel, com alta de 18,9%. Assim como Vista Alegre (R$ 1.411,00/mês) e Santa Cândida (R$ 997,00/mês), que evoluíram 17,7% e 17,5%.

Neste mesmo período, Alto da Rua XV (R$ 1.337,00/mês), Santa Felicidade (R$ 1.160,00/mês) e Barreirinha (R$ 876,00/mês) marcaram o oposto, com os registros mais negativos na capital, sofrendo quedas de 18,0%, 5,7% e 5,6%, nesta mesma ordem.

Conheça os bairros mais onerosos e acessíveis para locação de imóveis na capital:

Mais caros (mês)Variação no mêsVariação no ano
MercêsR$ 1.930,00-0,4%18,9%
Santo InácioR$ 1.905,008,5%10,3%
Prado VelhoR$ 1.832,000,4%0,4%
Mais baratos (mês)Variação no mêsVariação no ano
BarreirinhaR$ 876,001,0%-5,6%
TatuquaraR$ 897,00-5,4%7,5%
CachoeiraR$ 948,000,3%9,0%

Rentabilidade: Em Curitiba, são precisos, em torno de 21,6 anos de aluguel para rever o valor investido na compra do imóvel

Em agosto, o índice de rentabilidade imobiliária não apresentou alterações. No mês, foi identificado 4,6%, como a média anual do valor de aluguel X preço de venda. Dado que mostra que serão necessários 21,6 anos de aluguel para reconquistar o valor demandado na compra – período 2,8% menor que um ano atrás.

“A rentabilidade imobiliária total, dos últimos 12 meses, subiu ao indicador de 8,3%, índice que é crescente desde março de 2018. Ou, seja, ela está superando o retorno da poupança (3,0%)”, comenta o CEO do Imovelweb, Leonardo Paz. “Atualmente, investir em imóveis tem sido um ótimo negócio. Para quem pensa em fazer essa aquisição, o cenário é promissor e apresenta as menores taxas de juros dos últimos tempos”, reitera.

Analisando por regiões, Bairro Novo (5,6%), Cajuru (5,5%) e Boqueirão (4,8%) são as mais atrativas. Já Matriz (3,9%), Santa Felicidade (4,1%) e Fazendinha-Portão (4,2%) apontam os índices mais baixos e demandam mais tempo de aluguel para rever o valor investido na compra.

Veja quais bairros apresentam os maiores e menores indicadores de rentabilidade em Curitiba:

Mais rentáveisVariação no mêsVariação no ano
Lindóia7,4%QuedaAlta
Cachoeira6,3%EstabilidadeAlta
Capão da Imbuia6,1%QuedaAlta
Sítio Cercado6,1%EstabilidadeAlta
Menos rentáveisVariação no mêsVariação no ano
Seminário2,5%QuedaQueda
Juvevê2,6%EstabilidadeQueda
Capão Raso2,9%QuedaQueda

 Valor dos imóveis na capital paranaense sobe 3,5% nos últimos dois semestres

O preço do metro quadrado em Curitiba continuou subindo e apresentou, em agosto, crescimento de 0,6%, o que fez sua média atingir a marca de R$ 4.870,00/m², acumulando elevação de 2,2%, em 2020, e aumento de 3,5% quando analisamos a evolução dos últimos 12 meses.

Ou seja, para adquirir um imóvel padrão (65m², 2 dormitórios e 1 vaga de garagem) são precisos R$ 316.550,00, em média. Para aqueles que pensam em um empreendimento maior, com 90m² e 3 quartos, será necessário desembolsar R$ 462.650,00.

Matriz (R$ 7.285,00/m²), Santa Felicidade (R$ 6.062,00/m²) e Fazendinha Portão (R$ 5.431,00/m²) são as áreas da capital com os valores mais altos para comprar. Porém, os imóveis mais econômicos podem ser encontrados em: Bairro Novo (R$ 3.039,00/m²), Pinheirinho (R$ 3.766,00/m²) e Boqueirão (R$ 3.984,00/m²).

Falando agora sobre a evolução imobiliária, os destaques são Pilarzinho (R$ 5.985,00/m²), Santa Quitéria (R$ 6.066,00/m²) e Guaíra (R$ 5.278,00/m²), onde são encontrados os índices de crescimento mais altos, nos últimos 12 meses. O preço do metro quadrado nesses bairros aumentou 18,7%, 18,1% e 16,7%, nesta mesma ordem.

Também no último ano, Butiatuvinha (R$ 4.068,00/m²) sofreu o maior índice de queda (15,1%) no valor do m². Assim como Parolin (R$ 4.056,00/m²) e São João (R$ 4.389,00/m²), com desvalorizações de 9,6% e 6,9%, respectivamente.

Saiba quais bairros apresentam os m² mais caros e econômicos:

Mais caros (m²)Variação no mêsVariação no ano
BatelR$ 9.577,000,1%13,0%
JuvevêR$ 8.309,000,6%13,4%
AhúR$ 8.218,000,6%7,8%
Mais baratos (m²)Variação no mêsVariação no ano
CachoeiraR$ 2.792,00-0,1%-1,0%
AugustaR$ 2.871,001,4%-2,9%
Campo de SantanaR$ 2.947,000,5%6,8%

Fonte: ImovelWeb

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Posso transferir o financiamento de um imóvel para outra pessoa?

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Se você tem um financiamento de imóvel e gostaria de saber mais sobre a possibilidade de transferi-lo para outra pessoa, tire suas dúvidas neste artigo.

Ao comprar um imóvel, é sempre importante estar 100% alinhado com o seu corretor de imóveis e a par de todas as regras e riscos que você pode ter com o financiamento de uma casa ou apartamento. É imprescindível lembrar que ao adquirir a propriedade, você passa a ser o comprador da mesma e não o dono, pois este é o banco escolhido para financiamento. Você só passa a ser o dono do imóvel a partir do momento em que ocorre a quitação dele, podendo assim vendê-lo somente depois deste período.

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Respondendo a questão principal deste artigo: SIM, é possível transferir o seu financiamento para outra pessoa, mediante autorização acordada com o banco. “Mas, por que preciso ter a autorização do banco para transferir meu financiamento?”. Essa exigência ocorre porque é simplesmente necessário que o dono do imóvel autorize essa troca de forma legal. Se você comprou o imóvel no seu nome e transferiu para outra pessoasem fazer o acordo formal e legal com o banco, a inadimplência do novo comprador poderá ocasionar no envio do seu nome para o SPC e SERASA, pois a compra ainda estará no seu nome.

É importante que o passo a passo com o banco seja cumprido, pois o mesmo não deverá ser responsabilizado no caso de negociações ilegais acordadas entre você e a pessoa que assumirá o financiamento da propriedade. Mesmo se você adicionar ao seu contrato de compra a obrigação do novo comprador de arcar com a pagamento das parcelas restante do imóvel, incluindo juros e multas, o banco não reconhecerá a validade deste documento, pois o mesmo não terá a assinatura válida pela instituição, que legaliza o acordo de compra e identifica a quem deverão ser cobradas as parcelas da dívida. Esse tipo de cuidado pode te ajudar a se prevenir de fraudes e garantir que o comprador novo irá arcar com o imóvel e assumir os riscos de sua inadimplência, caso venha a acontecer. O banco só autorizará a transferência mediante comprovação de renda do comprador novo, garantindo que ele tem possibilidades de arcar com a dívida.

Esse tipo de contrato que não passa pelo órgão bancário ou responsável imobiliário de forma legal, sendo apenas um acordo entre as partes interessadas na compra e venda da propriedade era bastante comum nas décadas passadas, chamado de contrato de gaveta. O contrato de gaveta é um documento não oficial, que identifica a “venda” de um imóvel através de acordo entre as partes sem envolvimento de órgãos legais e emissão de registros. Esse tipo de acordo não tem validade legal e a quebra do cumprimento do acordo poderá gerar uma imensa dor de cabeça para o comprador original caso o novo não atenda ao pagamento das parcelas até a quitação da venda.

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A importância de saber cada detalhe e risco da sua compra poderá evitar diversos problemas futuros e é preciso também que você entenda o passo a passo para transferir financiamento para outra pessoa de forma legal. O banco fará uma análise da pessoa para quem você deseja transferir o financiamento e também as condições previstas no contrato assinado no momento da compra. Entre essas condições, está a data de vencimento das parcelas, taxa mensal ou anual de juros, eventual negociação de parcelas semestrais, previsão da taxa de transferência, assim como outros encargos legais ou contratuais. Após isso, o agente financeiro avaliará o perfil do novo comprador da propriedade para entender se está de acordo com as questões contratuais e se conseguirá arcar com a dívida do imóvel.

Após a aprovação do banco, o novo comprador que assumir o financiamento deverá assinar um novo contrato com atualização dos valores restante já descontando os pagamentos realizados pelo dono anterior, porém, com os mesmos direitos e obrigações legais acordadas anteriormente pelo antigo comprador. Deverá ser pago também o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis Intervivos) e o contrato precisará ser levado até o Cartório de Registro de Imóveis da região onde se encontra o imóvel em questão. O registro de alteração da propriedade do novo contrato também deverá ser pago em cartório.

Com todas as questões legais acertadas, o novo contrato deve ser levado ao banco com a certidão de matrícula do imóvel atualizada. Apenas após esse passo é que o financiamento com as parcelas atualizadas começará a ser pago pelo comprador.

financiamento

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a transferência de financiamento de imóveis para outra pessoa, procure o seu corretor e advogado para saber como seguir com a sua de forma segura para ambas as partes, dentro da legalidade e evitando dores de cabeça desnecessárias.

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Fonte: Imovel Web

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Tendências para o mercado imobiliário em 2021

Mercado Imobiliário

Em artigo, o presidente do Sistema Cofeci Creci, João Teodoro faz um balanço de 2020 e alerta para um novo boom imobiliário para o próximo ano

Em artigo, o presidente do Sistema Cofeci Creci, João Teodoro, aponta as tendências para o mercado imobiliário em 2021, fazendo um balanço de 2020 e alertando para um novo boom imobiliário neste ano.

“O ano de 2020 foi bastante interessante, apesar da pandemia. A economia brasileira, em especial o mercado imobiliário, enfrentou severa recessão, entre 2014 e 2018. A retomada do crescimento veio em 2019, mas foi interrompida pela pandemia. A crise, no entanto, passou rápido. Menos de dois meses depois de iniciado o isolamento social, este setor reagiu e, praticamente, voltou ao nível do final de 2019.

Iniciamos 2020 com ótimas perspectivas. O mercado imobiliário cresceu 0,3% em 2019, segundo o IBGE, sinalizando o fim da recessão. A venda de imóveis poderia crescer em torno de 20% no ano, tendo em conta a reativação da demanda reprimida durante os anos 2014/2018. No primeiro trimestre de 2020, mesmo com a pandemia decretada em 14 de março, a venda de apartamentos novos registrou elevação de 26,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. No segundo trimestre, apesar do vírus, o crescimento foi de 10,5%, comparado com o do ano anterior, segundo a Associação Brasileira de Incorporadores Imobiliários (ABRAINC).

Fatores econômicos inusitados promoveram forte reação positiva do mercado, verificada no mês de maio de 2020, mesmo com o recrudescimento da Covid-19. A taxa Selic, definida pelo Banco Central, que serve de parâmetro para a economia, saiu de 6,5% em agosto de 2019 para estabilizar-se em 2% ao ano. A queda nos juros das aplicações financeiras foi imediata. Na outra ponta, os juros para obtenção de empréstimos baixaram sensivelmente. Economistas afirmam que a Selic não passará de 2,75% em 2021, o que continuará favorecendo a compra de imóveis.

Com as inversões financeiras em baixa e sem perspectivas de crescimento, quem tem recursos aplicados sente-se atraído pelo mercado imobiliário. Afinal, este tipo de investimento, além de segurança institucional, oferece solidez patrimonial. A expectativa é de que o rendimento em aluguéis, que pode chegar a 6% ao ano, além da valorização imobiliária, compense as perdas com o mercado financeiro. Mesmo que a taxa Selic surpreenda e cresça mais do que o previsto, a venda de imóveis deve continuar em alta. Vejamos porquê:

Em 2014, a taxa Selic estava em 14,5% ao ano. Quem comprou naquela época um imóvel financiado em 18 anos, no valor de R$ 500 mil, assumiu uma prestação mensal em torno de R$ 6 mil. O mesmo imóvel, atualmente, teria uma parcela mensal de financiamento de cerca de R$ 3,5 mil. Por isso, hoje em dia, vale muito a pena comprar imóvel financiado no Brasil. Os juros médios do financiamento habitacional estão em seis por cento ao ano, e assim devem continuar. Sem dúvida, trata-se da linha de crédito mais barata atualmente no país.

A demanda reprimida durante a pandemia deve reativar-se em 2021, com o retorno da economia à normalidade. Há, inclusive, economistas que defendem a ideia de que viveremos um novo boom imobiliário, maior do que o registrado nos anos 2008/2013. A economia, em 2020, deve encolher menos do que a média mundial, em torno 5%. A previsão é de que o PIB cresça em torno de 3,5%, e a inflação permaneça na casa dos 3% em 2021. O dólar ficará em torno de R$ 5,10, incentivando o agronegócio, que exporta 75% de sua produção, e incrementando também o mercado imobiliário”.

Fonte:eMobile

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Apesar da pandemia, vendas de imóveis crescem no Brasil

É o que mostra balanço do mercado imobiliário que a Câmara Brasileira da Indústria da Construção

 

Mesmo sob impacto da covid-19, as vendas de imóveis no Brasil subiram 8,4% nos nove primeiros meses de 2020, na comparação com o mesmo período de 2019.

Os números fazem parte de um balanço do mercado imobiliário que a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) divulga nesta segunda-feira.

No mesmo período, porém, houve uma redução de 27,9% nos lançamentos de imóveis e uma redução de 13% na oferta.

Na avaliação do setor, o fato de o mercado não ter recuperado o volume de lançamentos represados em função da pandemia, apesar da tendência de crescimento nas vendas, pode ser um indicativo de cautela

por parte dos empresários em função do aumento no custo dos insumos.

Em setembro, a CBIC entregou ao governo federal um documento reunindo “evidências sobre abusos no aumento do preço de materiais de construção durante a pandemia”.

No país todo, as vendas apresentaram um aumento de 57,5% no terceiro trimestre de 2020, na comparação com o trimestre anterior. O resultado foi positivo em todas as regiões. O maior aumento foi observado no Sudeste, onde as vendas de imóveis subiram 93,3% no período.

Fonte: Veja

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PIX começou a funcionar; saiba tudo sobre a nova modalidade de pagamentos

Sistema tem mais de 30 milhões de pessoas cadastradas e pretende aumentar a digitalização de pagamentos no Brasil.

PIX, novo sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, estreia nesta segunda-feira (16), com mais de 30 milhões de pessoas cadastradas e mais de 71 milhões de chaves PIX registradas. A tecnologia desenvolvida pelo Banco Central já está disponível para clientes de 734 bancos, corretoras e instituições financeiras que operam no país.

O principal objetivo do sistema é aumentar a digitalização das transações financeiras no Brasil. Segundo o BC, a adesão também ajudará a aumentar a competição no mercado financeiro e reduzir o uso de papel moeda.

A expectativa do mercado é que o sistema seja o grande substituto de DOCs e TEDs, por ser um sistema gratuito e estar disponível a qualquer hora, sete dias por semana. Mas também servirá para efetuar compras on e offline. Por ser instantâneo, as trocas devem ocorrer em até 10 segundos.

O efeito mais imediato do PIX é em relação às transferências bancárias. Além de serem facilitadas, pela praticidade de trocar dinheiro apenas com a chave do recebedor em mãos, a velocidade e gratuidade da transação são diferenciais.

DOCs e TEDs só podem ser realizadas em horário comercial, em dias de semana. Podem demorar até o dia útil seguinte para serem concluídas. Já o PIX está disponível a qualquer momento e termina a operação em até 10 segundos.

Mais adiante, será mais comum pagar por compras com o novo sistema. Depois de um período de adaptação, lojistas devem adotar o recurso também pela questão de velocidade da transação, mas em especial pela redução de custos no negócio. As taxas cobradas de pessoas jurídicas pelo uso do PIX serão menores do que operações com cartões de débito e crédito tradicionais.

De acordo com Breno Lobo, chefe da divisão no departamento de competição do BC, quase 70% das transações financeiras são realizadas com dinheiro vivo no Brasil. Em um horizonte de 10 anos de funcionamento do PIX, a expectativa é que esse número diminua em 10 pontos percentuais.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta segunda que o PIX terá novas funcionalidades pela frente, como cashback e pagamentos programados.

Quem pode usar o PIX

Todas as pessoas e empresas que tiverem contas contas correntes em instituições financeiras do país.

De acordo com o Banco Central, 734 instituições terão o PIX disponível para toda a base de clientes a partir desta segunda-feira.

Outras 19 não realizaram todos os testes durante o período de operação restrita e, portanto, retornaram à etapa de homologação, não ofertando o PIX nesse momento.

“Até 15/11 já haviam sido cadastradas mais de 71 milhões de chaves Pix e realizadas mais de 1 milhão e 900 mil transações entre instituições diferentes, com um montante financeiro que passou de R$ 780 milhões”, informou o BC.

Para as pessoas físicas, antes de usar o serviço é preciso cadastrar uma Chave PIX – uma ‘identificação’ no sistema.

Usando o PIX

O usuário poderá fazer um PIX quando for fazer uma transferência ou pagamento. Só é possível fazer um PIX para outro usuário do sistema.

O uso poderá ser feito das seguintes formas:

  • Pela “chave de endereçamento” – e-mail, números de CPF ou CNPJ, número de celular ou código de números e letras aleatório chamado EVP;
  • Por um link gerado pelo celular ou;
  • Por leitura de QR Code.

O pagador poderá fazer a operação inserindo a chave do recebedor, usando um link gerado pelo celular ou fazendo a leitura de QR Code. No comércio, por exemplo, o vendedor poderá gerar um QR Code, que o comprador vai ‘ler’ e pagar diretamente.

Por enquanto, os pagamentos dependem de internet para serem realizados. Está prevista para 2021 uma forma de pagamento offline. Futuramente também será implementado também o “saque PIX”, em que o recebedor poderá fazer saques em redes varejistas.

Segurança

Como a tecnologia é instantânea, o Banco Central afirma que o PIX requer segurança redobrada para não ser suscetível a fraudes.

Além de contar com o sistema de segurança da própria entidade, em setembro o Banco Central revisou uma regra sobre restituição de valores transferidos por suspeita de fraude. Se houver algum comprovação de crime, será possível fazer reembolso sem autorização da pessoa que recebeu o depósito.

O lançamento do sistema, no entanto, foi usado por golpistas para roubar dados de clientes. Com o início do cadastramento das chaves, ainda em outubro, os golpistas aproveitaram que bancos e financeiras sugerem que os clientes registrem-se no serviço, para ter acesso às contas das vítimas.

Fase de testes

No dia 3, o Banco Central iniciou uma fase de testes para captar possíveis falhas antes da estreia do novo sistema. Não foram encontradas vulnerabilidades graves e a expectativa é que a inauguração ocorra sem percalços.

No período, as instituições financeiras habilitadas puderam dar acesso ao PIX a até 5% dos clientes cadastrados. Ao longo de quase duas semanas, até a última sexta-feira, foram realizadas mais de 820 mil transações, que movimentaram R$ 320 milhões.

Fonte:G1

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Entenda a diferença entre o Minha Casa, Minha Vida e o novo Programa Casa Verde e Amarela:

O que é o Casa Verde e Amarela?

O programa reúne iniciativas habitacionais do governo federal para ampliar o estoque de moradias e atender as necessidades habitacionais da população. O Casa Verde e Amarela vai promover o desenvolvimento institucional de forma eficiente no setor de habitação e estimular a modernização do setor da construção e a inovação tecnológica.

O Programa

Programa Casa Verde e Amarela, do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), vai facilitar o acesso da população a uma moradia digna, garantindo mais qualidade de vida. A partir de medidas que darão mais eficiência à aplicação dos recursos, a meta é atender 1,6 milhão de famílias de baixa renda com o financiamento habitacional até 2024, um incremento de 350 mil. Isso será possível com a redução na taxa de juros para a menor da história do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e mudanças na remuneração do agente financeiro.

 

As regiões Norte e Nordeste serão contempladas com a redução nas taxas em até 0,5 ponto percentual para famílias com renda de até R$ 2 mil mensais e 0,25 para quem ganha entre R$ 2 mil e R$ 2,6 mil. Nessas localidades, os juros poderão chegar a 4,25% ao ano para cotistas do FGTS e, nas demais regiões, a 4,5%.

Além do financiamento habitacional, o programa atuará com regularização fundiária e melhoria de residências, enfrentando problemas de inadequações, como falta de banheiro, por exemplo. A meta é regularizar 2 milhões de moradias e promover melhorias em 400 mil até 2024.

Após a publicação da Medida Provisória da criação do Programa, as propostas serão analisadas e aprovadas pelos conselhos curadores do FGTS e do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). Ainda neste ano, serão publicados os primeiros editais para a contratação de regularização fundiária e melhorias habitacionais.

Regularização e Melhorias

A regularização fundiária inclui medidas jurídicas, urbanísticas, ambientais e sociais que têm por finalidade integrar núcleos urbanos informais ao contexto legal das cidades, assegurando a emissão do título que garante o direito real sobre o lote das famílias com renda mensal de até R$ 5 mil. Já as melhorias habitacionais serão realizadas nas moradias das famílias que residem nesses núcleos, com renda mensal de até R$ 2 mil, que serão selecionadas pelo poder público local de acordo com suas características socioeconômicas e inadequações do seu imóvel.

A Regularização Fundiária vai enfrentar um problema histórico no País e dar o título que garante o direito real sobre o lote das famílias, oferecendo segurança jurídica, a redução dos conflitos fundiários, a ampliação do acesso ao crédito, o estímulo à formalização de empresas e o aumento do patrimônio imobiliário do País. Serão contempladas áreas ocupadas, majoritariamente, por famílias com renda de até R$ 5 mil mensais que vivam em núcleos urbanos informais. Não poderão ser incluídas casas localizadas em áreas não passíveis de regularização ou de risco.


Já a Melhoria Habitacional consiste na reforma e ampliação do imóvel, como construção de telhado, quarto extra, banheiro, instalações elétricas ou hidráulicas, colocação de piso e acabamentos em geral. Também poderão ser instalados equipamentos de aquecimento solar ou eficiência energética.


As melhorias habitacionais são uma forma de aproveitar os investimentos já realizados pelas famílias em suas casas, além de respeitar os vínculos sociais e econômicos. Serão atendidos os ocupantes de imóveis nos núcleos urbanos selecionados para Regularização Fundiária, com renda mensal de até R$ 5 mil. É necessário estar no CadÚnico do Governo Federal, não possuir outros imóveis no território nacional e o proprietário ser maior de 18 anos ou emancipado.

Com essas novas ações, o Governo Federal espera atender um número mais amplo de pessoas em vulnerabilidade social a menor custo para o Poder Público. O investimento em regularização fundiária e melhoria habitacional é muito menor (de R$ 500,00 a R$ 20 mil) se comparado aos recursos necessários à construção de uma unidade habitacional (média de R$ 80 mil).

Financiamentos

O Programa Casa Verde e Amarela reduziu a parcela de spread bancário (diferença entre o valor pago pelo banco aos correntistas e o cobrado nas operações de crédito) pago pelo Fundo aos agentes financeiros operadores do programa, garantindo mais recursos. Os cidadãos interessados devem procurar diretamente as construtoras credenciadas e os bancos operadores.

Casa Verde e Amarela vai garantir mais recursos para financiamento da casa própria. Isso será possível com a menor taxa de juros da história do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e com mudanças na remuneração do agente financeiro.

As regiões Norte e Nordeste serão contempladas com a redução nas taxas de juros em até 0,5 ponto percentual para famílias com renda de até R$ 2 mil mensais e em até 0,25 para quem ganha entre R$ 2 mil e R$ 2,6 mil. Nessas localidades, os juros poderão chegar a 4,25% ao ano para cotistas do FGTS e, nas demais regiões, a 4,5%.

O programa também prevê a redução da parcela de spread bancário (diferença entre o valor pago pelo banco aos correntistas e o cobrado nas operações de crédito) pago pelo Fundo aos agentes financeiros operadores do programa, sem comprometer a sustentabilidade das operações.

As contratações de crédito viabilizadas por meio do Casa Verde Amarela ocorrerão nos moldes já implementados pelos agentes financeiros: os cidadãos interessados devem procurar diretamente as construtoras credenciadas e os bancos operadores.

Em 2019, foram disponibilizados R$ 62 bilhões do FGTS para financiamentos habitacionais e, neste ano, o montante deve alcançar R$ 61 bilhões – dos quais R$ 25 bilhões já serão direcionados para os contratos de créditos no formato do novo programa.

Saiba o que muda com o novo programa

Entenda a diferença entre o Minha Casa, Minha Vida e o novo Programa Casa Verde e Amarela:

Modalidades de atendimento:

MCMV: única modalidade era produção habitacional.

Casa Verde e Amarela: atua com diversas modalidades – regularização fundiária, melhoria e produção habitacional financiada.

Novas taxas de juros de acordo com os grupos:

MCMV: uma única taxa de juro para todo o País, com a variação de acordo com as faixas de renda

Casa Verde e Amarela: taxas de juros variadas, de acordo com a faixa de renda e a localidade do imóvel. Redução da taxa para moradores do Norte e Nordeste, ampliação da abrangência de beneficiadas nessas localidades – com rendimento de até R$ 2,6 mil – e aumento do limite do valor do imóvel financiado.

Fonte: Governo Federal

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