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Como surgiram os jogos Paralímpicos ?

Se você estava com saudade de virar a noite acompanhando todos os esportes possíveis nas Olimpíadas de Tóquio, vai gostar de saber que as competições voltaram a acontecer na Terra do Sol Nascente. Nesta terça, 24 de agosto, estão começando os Jogos Paralímpicos, que tem esportes adaptados, além de modalidades exclusivas para atletas com deficiência. 

De alguns anos para cá, os Jogos Paralímpicos estão conquistando o prestígio que merecem, acontecendo na mesma cidade e nas mesmas instalações que as Olimpíadas. Isso faz todo sentido, já que as Paralimpíadas também são disputadas por atletas de alto nível, que dedicam suas vidas ao esporte — a diferença é que algumas regras precisam ser adaptadas, por conta das deficiências de cada um. 

A questão é que nem sempre as pessoas com deficiência tiveram esse espaço. Isso tem tudo a ver com a origem dos Jogos Paralímpicos, em 1948.

Dos jogos de Stoke Mandeville às Paralimpíadas

A ideia de uma competição esportiva para pessoas com deficiência surgiu com o neurologista Ludwig Guttmann. Ele era alemão e trabalhava em um hospital judeu, mas teve que fugir para a Inglaterra com o início da Segunda Guerra Mundial. No país, ele começou a trabalhar no Stoke Mandeville Hospital, cuidando de veteranos de guerra que ficaram paraplégicos.

O esporte surgiu como uma ferramenta de reabilitação física dos veteranos, bem como uma forma de aumentar a autoestima deles. Por isso, quando as Olimpíadas de Londres começaram em 1948, Guttmann criou um evento semelhante no Stoke Mandeville. Havia poucos atletas e apenas uma modalidade — tiro com arco —, mas foi o embrião do movimento paralímpico.

Depois de 1948, os jogos de Stoke Mandeville continuaram acontecendo todos os anos e se tornaram internacionais quando atletas da Holanda participaram da edição de 1952. Guttmann continuou seus esforços pelo crescimento do evento e queria uni-lo ao movimento olímpico — até que conseguiu levar os jogos de Stoke Mandeville para Roma, mesma cidade que ia sediar as Olimpíadas de 1960. Essa é considerada as primeiras Paralimpíadas oficiais. 

A partir daí, houve alguns desafios: sedes como a Cidade do México (1968) ou Munique (1972) alegraram não ter como sediar as Paralimpíadas por questões de acessibilidade — mas outras cidades se ofereceram para realizar os jogos. Até que, em 1988, veio uma grande vitória para o movimento paralímpico: a partir dos jogos de Seul, todas as Paralimpíadas passariam a ocorrer na mesma sede e com as mesmas instalações das Olimpíadas, pouco depois deste evento.

Outro desafio era a cobertura midiática dos Jogos Paralímpicos, ainda muito menor que a dos Olímpicos. A partir de Sydney 2000, houve uma melhora significativa nesse sentido, com mais pessoas entendendo que eles são tão interessantes quanto outros eventos esportivos.

O basquete em cadeira de rodas foi um dos primeiros esportes dos jogos de Stoke Mandeville (Imagem: Paris2024/Reprodução)

O basquete em cadeira de rodas foi um dos primeiros esportes dos jogos de Stoke Mandeville (Imagem: Paris2024/Reprodução)

O Brasil nos Jogos Paralímpicos

Um fato bem interessante sobre os Jogos Paralímpicos é que o Brasil é uma potência neles! Nós enviamos atletas desde Heidelberg 1972 e participamos de todas as edições desde então, conquistando 72 medalhas na Rio 2016, com 14 ouros. Esse foi o melhor desempenho do país no geral, embora tenhamos conquistado mais ouros em Londres 2012: 21. 

O Brasil têm vários atletas que conquistaram várias medalhas, como o nadador Daniel Dias: só ele tem 14 outros e 24 medalhas no total. André Brasil (7 ouros) e Clodoaldo Silva (6) são outros nadadores paralímpicos brasileiros de grande sucesso. No atletismo, podemos destacar Ádria Santos, com suas 13 medalhas em provas de velocidade, e Luiz Cláudio Pereira, que obteve 5 medalhas de ouro nos lançamentos de dardo, peso e disco.

Além dessas duas modalidades, somos uma potência no futebol de cinco — pentacampeões olímpicos! — e bicampeões no goalball (uma modalidade apenas paralímpica, para times com três atletas cegos). A expectativa é de grande sucesso também nas Paralimpíadas de Tóquio.

O Brasil é uma potência paralímpica em esportes como o goalball (Imagem: CPB/Reprodução)

O Brasil é uma potência paralímpica em esportes como o goalball (Imagem: CPB/Reprodução)

Um evento esportivo de alto nível

Como dito anteriormente, as Paralimpíadas também são uma competição esportiva de alto nível, com atletas que dedicam suas vidas ao esporte e as diferenças são as adaptações em regras, de acordo com cada deficiência. 

O futebol de cinco, por exemplo, demanda silêncio e tem chocalhos na bola, permitindo que os atletas cegos usem os outros sentidos para criar jogadas. A natação e o atletismo tem divisões por categorias, segundo as limitações de mobilidade dos esportistas — porém todas são muito competitivas. O vôlei sentado e os esportes em cadeira de rodas (como basquete) também são adaptações, mas que não mudam o fato de que serem esportes altamente competitivos.

É interessante ter isso em mente para não desvalorizar a importância das Paralimpíadas como evento esportivo, mas também para não cair em falácias como “todos eles são vencedores” ou “eles são exemplos de superação”. Os atletas com deficiência merecem admiração não pelas deficiências, mas por serem pessoas muito dedicadas aos esportes — assim como admiramos os outros atletas olímpicos.

 

Fonte: Mega Curioso

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Curitiba teve aumento de 20% nas Vendas em 2020

A sensação é de que a festa terminou antes de começar. Iniciamos 2020 cheios de otimismo. Todas as previsões sinalizavam para uma única direção: o país vai deslanchar e os negócios vão prosperar. Até que, em março de 2020, fomos surpreendidos pela pandemia do coronavírus (Covid-19).

Um ano depois, nossa vida não é mais a mesma. Ainda temos mais perguntas do que respostas, mas estamos mais confiantes sobre como enfrentar a maior crise sanitária e econômica do século.

Desenvolvemos nossa capacidade de lidar com problemas e, a cada dia, buscamos a melhor maneira de adaptar-nos às mudanças, superar os obstáculos e resistir à pressão. Na vida e nos negócios.

O mercado imobiliário tem se mostrado um dos setores mais resilientes à pandemia do coronavírus. Não podemos prever o que virá, mas com certeza aprendemos valiosas lições para prosperar.

A primeira delas é não entrar em pânico. Em março de 2020, tivemos restrições mais fortes, em âmbito estadual e municipal. Havia dúvidas sobre o período que as medidas restritivas iriam vigorar, qual seria o comportamento do comprador e como as próprias empresas iriam lidar com esse novo momento. Isso perdurou por 60 dias.

A construção de um prédio é um ciclo longo, que depende de uma cadeia grande de fornecedores. No final, fomos enquadrados como atividade essencial. O setor teve de se adaptar às exigências (as sedes e o plantões de vendas não funcionariam da mesma maneira), mas mantivemos a produtividade.

Aprendemos que é importante ficar atento às oportunidades. A restrição da circulação fez com que as pessoas ficassem mais tempo em casa, trabalhando em home office, e elas começaram a refletir sobre a sua moradia atual.

Antes disso, muitos só utilizavam o imóvel para dormir, já que saíam cedo para trabalhar e só voltavam à noite. Hoje, as pessoas querem mais. Querem ter uma vista, um espaço para montar a estação de trabalho ou acompanhar os filhos nas atividades escolares.

Alguns já decidiram que precisam de um outro imóvel. Um lugar com mais um quatro, um banheiro ou numa localização melhor. Teve até quem saiu do apartamento para morar numa casa com quintal. As construtoras e incorporadoras estão atentas a esse movimento e os novos lançamentos já contemplam as novas exigências.

Outra lição importante: use a tecnologia a seu favor. Apesar da construção civil ter sido enquadrada como atividade essencial, os plantões de vendas precisaram ficar fechados em alguns momentos.

Mas o atendimento ao cliente não parou, ele ficou digital: tour virtual, vídeos, WhatsApp, chatbot, e-mail, chamadas de vídeos e videoconferência foram e são amplamente usados para apresentação do imóvel e agendamento de visita com hora marcada e todos os cuidados.

Acompanhar os indicadores também é importante para definir estratégias e metas. O cenário econômico tem ajudado o mercado imobiliário a ser resiliente na crise. Hoje, o que alimenta o setor é o crédito. E a taxa de juros para financiamento imobiliário é a menor da história do Brasil.

Isso permite que mais pessoas consigam comprar o imóvel. A redução de um ponto percentual da taxa de juros representa a entrada de 800 mil novas famílias no mercado imobiliário.

No último ano, quase quatro milhões de famílias tornaram-se elegíveis ao crédito. A capacidade de compra cresceu 30%, o que permitiu comprar um imóvel mais alinhado ao estilo de vida, preferências e necessidades dos moradores.

Independente do cenário, foque em resultados. Curitiba teve aumento de 20,7% nas vendas de apartamentos novos durante o 4º trimestre de 2020 em relação ao mesmo período de 2019, totalizando 4.857 imóveis comercializados. Foram R$ 3,3 bilhões em negócios realizados.

Para absorver o crescimento da demanda imobiliária ante uma oferta bastante limitada (o estoque de apartamentos novos em Curitiba é o menor desde 2007), houve um reajuste de 8% no preço médio do metro quadrado privativo na cidade nos últimos 12 meses. O valor praticado no fim de 2020 chegou a R$ 8.705,00 por metro quadrado.

Ao mesmo tempo, houve o aumento no custo dos insumos em função da escassez de produtos no mercado, e esse é um desafio para os empreendedores: desenvolver projetos com custos maiores e que, ainda assim, caibam no bolso do comprador.

Enfrentar um desafio por vez. E, assim, saíremos mais fortes e com mais conhecimento para seguir em frente e inovar.

* Presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR) e diretor de incorporação da Swell Construções, referência em edifícios de alto padrão e luxo em Curitiba.

Fonte: Ademi PR

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Banco Central aprova estorno via PIX

Banco Central (BC) anunciou nesta terça-feira (8) a aprovação de um novo recurso que irá complementar o sistema de pagamento instantâneo da instituição, o PIX. Chamado de ‘Mecanismo Especial de Devolução’, o recurso vem para padronizar regras e procedimentos que viabilizam a devolução de valores pelo prestador de serviço de pagamento (PSP).

resolução que implementa o funcionamento do recurso foi aprovada pela diretoria colegiada na quarta-feira passada, 2 de junho, mas as novas regras irão vigorar apenas em 16 de novembro deste ano, quando o sistema completará um ano em funcionamento.

Imagem mostra logo do Banco Central do Brasil, o Bacen
Banco Central anuncia recurso para devolução de transações via PIX. Crédito: Jo Galvao/Shutterstock

Com o novo arranjo, as devoluções poderão ser realizadas por iniciativa própria, ou por solicitação do PSP do usuário pagador. O procedimento também poderá ser realizado em casos de suspeita de fraudes ou falha operacional por parte das instituições financeiras.

Desde o seu lançamento, em novembro de 2020, o PIX já possui um mecanismo de devolução de valores. Entretanto, não havia a obrigatoriedade de o banco recebedor da transação reaver o saldo, o que dificultava o processo e levava mais tempo para conclusão devido a comunicação necessária entre as instituições financeiras.

Também com a nova regra, as instituições financeiras são obrigadas a notificar o usuário sobre o débito do valor em conta, bem como exibir a informação no extrato das movimentações.

Fonte: Olha Digital

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Os 21 livros recomendados por empreendedores e CEOs para 2021

Para quem quer dar um guinada na carreira e nos negócios em 2021, executivos e empreendedores do Brasil contam que livros os inspiraram

 

Está procurando por recomendações de leitura para ajudar na sua carreira em 2021? No final do ano, é muito comum que personalidades estrangeiras, como Bill Gates e Barack Obama, façam suas listas de leituras recomendadas do ano.

E no Brasil? Em sua coluna no site, a cofundadora do Nubank, Cristina Junqueira, já mandou suas recomendações do ano. A  seleção do que outros executivos, presidentes de empresa, empresários e fundadores de startups leram e recomendam.

Diversos dos nomes na lista foram convidados em 2020 do podcast Como Cheguei Aqui. Além das recomendações, também é possível ouvi-los contando suas histórias de carreira e aprendizados no programa.

Confira a lista de leituras recomendadas para 2021 com comentários:

Lugar de fala, de Djamila Ribeiro

Recomendado por Adriana Aroulho, CEO da SAP Brasil

“Ao jogar luz sobre desigualdades e fazer uma análise histórica sobre o movimento feminista negro, o livro ‘Lugar de Fala’ permite-nos compreender melhor o atual contexto social brasileiro na visão de sua autora, Djamila Ribeiro, e outros autores, especialmente mulheres negras. É uma obra de referência”.

Strengths Based Leadership, de Tom Rath e Barry Conchie

Recomendado por Fabio Coelho, CEO do Google

“Strengths Based Leadership foi o livro mais importante que eu li sobre liderança, e o fiz quando assumi a presidência de um dos negócios da AT&T nos Estados Unidos no final de 2004. Fiquei nessa posição por 5 anos, antes de voltar ao Brasil em 2009 e entendi na pele o sentimento e a necessidade de valorizar as diferenças e criar o melhor ambiente possível, celebrando a diversidade de raça, gênero, origem e mesmo de estilos e pontos de vista. Mais ainda que, no fundo, as pessoas têm maior disposição em seguir líderes que conseguem contemplar esses 4 pilares no seu estilo e cotidiano: Confiança, Esperança, Estabilidade e Compaixão”.

Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior

Recomendado por Cláudio Anjos, presidente da Fundação Iochpe, dos programas Formare e Arte na Escola

“Um relato fundamental para a compreensão do Brasil profundo e das relações sociais construídas após décadas de escravidão e patriarcalismo. É leitura obrigatória para entendermos sobre o abuso nas relações trabalhistas, assédio moral, conhecer a voz de lideranças feministas, combater o racismo e incluir de vez a diversidade na agenda corporativa. Vencedor dos prêmios Leya 2018, Jabuti 2020 e Oceanos 2020.”

 

O Estrangeiro, de Albert Camus

Recomendado por Cláudio Anjos, presidente da Fundação Iochpe, dos programas Formare e Arte na Escola

“É um livro importante para aguçar a compreensão sobre pensamentos divergentes, permitindo que o leitor aprenda a conviver com ideias e lógicas diferentes. Esta competência é fundamental para a liderança de equipes.”

Em Busca de Sentido, do Viktor Frankl

Recomendado por Rafaela Bassetti, fundadora e CEO Wishe

“Sobre o livro e refletindo um pouco sobre 2020 e 2021, eu acho que 2020 foi um ano em que a gente navegou em meio ao caos e a incerteza e, de certa forma, esses já são dois componentes muito comuns a empreender e a ter uma startup. É pilotar no meio de incertezas e criar produtos para incertezas. O empreendedorismo é um terreno muito instável e acho que, no meio disso, o que nos mantém de fato conectados, trabalhando, produzindo e focados é a nossa causa e o nosso propósito. O livro fala muito sobre isso, fala muito sobre imaginar e se conectar com o que faz sentido pra você, com o seu propósito e manter sua mente produtiva e positiva a partir disso. Esse livro, apesar de não ser de negócios e de ser um dos livros mais famosos do mundo, é um livro super antigo, um livro que eu reli este ano, que me tocou muito e que mudou a minha forma de produzir no meio de tudo que estávamos vivendo e que tem norteado o meu 2021. Acho que 2020 mostrou que não adianta a gente fazer muitos planos para o ano novo, então eu começo 2021 com muito menos planos, mas muito mais pé no chão pra trabalhar todos os dias, visionando o futuro e esse propósito que eu tenho”.

O jogo infinito, de Simon Sinek

Recomendado por Dani Junco, fundadora e CEO da B2Mamy

“Um livro de liderança para líderes que precisam lidar com momentos incertos. A grande chamada do livro é um convite a não ser estável e se preparar para jogar um jogo onde você não escolhe as regras, mas consegue escolher como jogar. E tudo passa por uma poderosa causa justa que é sempre infinita”.

Os Axiomas de Zurique, de Max Gunther

Recomendado por Camila Farani, investidora, presidente da G2 Capital e jurada do Shark Tank Brasil

“O livro traz diversas dicas para o leitor a respeito de investimentos em várias frentes, de ações a imóveis, de commodities a moedas estrangeiras. Li no início da minha vida como investidora e continua sendo um clássico. O livro é composto por regras e dicas usadas por um grupo de banqueiros suíços que iniciaram no mundo dos investimentos após a Segunda Guerra Mundial. Ensinamentos atemporais”.

Guns, Germs, and Steel (Armas, Germes e Aço – Os Destinos das Sociedades Humanas), de Jared Diamond

Recomendado por Emilio Munaro, vice-presidente do Instituto Ayrton Senna

“Sou um apaixonado por sociologia e antropologia. Inclusive, visito de 3 à 5 novos países todos os anos, tendo estado, presencialmente, em 111 países no mundo; portanto, ler esta obra me trouxe uma visão ampla e holística quanto ao comportamento das sociedades humanas dependendo dos desafios aos quais elas são submetidas. Aliás, ele traz a necessidade de consenso diante de uma crise para que a mesma possa ser enfrentada. Traz, também, a necessidade de se aceitar o enfrentamento do problema de forma racional, listando frentes e ações propostas, além, de claro, aprender com exemplos internacionais, de outros países como um todo”.

Churchill: Caminhando com o destino, de Andrew Roberts

Recomendado por Emilio Munaro, vice-presidente do Instituto Ayrton Senna

“Apaixonante. Entender como um gênio pensava diante das situações mais idiossincráticas nas quais podemos vê-lo mergulhado nelas, principalmente decisões relativas a decisões que mudariam a história do mundo se ele não a fizesse de forma tão assertiva!”

Rápido e devagar, de Daniel Kahneman

Recomendado por Livia Brando, Country Manager na Wayra Brasil

“O livro traz um ótimo conhecimento para líderes e empreendedoras que fazem negociações no seu dia-a-dia”, aconselha Lívia Brando, country manager da Wayra Brasil.

Transformação Radical, de Pedro Waengertner, Sulivan Santiago e Victor Navarrete

Recomendado por Nara Iachan, cofundadora da Cuponeria

“[O livro] foi uma surpresa boa agora do fim de 2020. Considero ele essencial para empreendedores por ensinar muito sobre o processo de inovação e a criação de um modelo de gestão que estimule a mesma. Recomendo muito”.

A Regra é Não Ter Regras: A Netflix e a Cultura da Reinvenção, de Reed Hastings e Erin Meyer

Recomendado por Nara Iachan, cofundadora da Cuponeria

“Escrito pelo CEO da Netflix e contando muito sobre a cultura da empresa, esse livro nos trouxe conhecimentos e ideias para aplicar na Cuponeria”.

The Amazon Management System, de Ram Charam

Recomendado por Tatiana Pimenta, CEO da Vittude

“Estou terminando de ler The Amazon Management System, com certeza um dos livros que mais me fez refletir sobre negócios e cultura corporativa esse ano. Ele aborda os 6 fundamentos que levaram a Amazon a ser a maior empresa do mundo hoje. Um dos fundamentos que impressiona bastante é sobre o foco em ter um processo rigoroso de recrutamento e seleção, onde inclusive existe a figura do ‘bar raiser’ ou levantador de barra. O livro aborda a importância de a organização sempre manter um nível de exigência alto para seus talentos e uma frase que me marcou foi: nada supera a pessoa errada. Já tive experiências muito ruins contratando muito rápido, deixando de checar referências em experiências passadas e mesmo não fazendo as perguntas certas nos processos seletivos. Com isso, em alguns momentos acabamos trazendo para dentro da organização pessoas desalinhadas com a cultura da empresa e mesmo com baixo comprometimento com entregas. Outros dois pontos que me chamaram a atenção na leitura foi o sistema de métricas ‘real time’ geradas por inteligência artificial, que garantem tomada de decisão rápida e o desejo do Jeff Bezos por manter e evoluir uma máquina de invenções inovadoras. Apesar de notarmos situações dicotômicas quando pensamos em cultura, em especial a da Amazon, a leitura de fato promoveu muitas reflexões importantes para minha posição atual, como CEO da Vittude”.

 

Radical Candor, de Kim Scott

Recomendado por Tatiana Pimenta, CEO da Vittude

“O livro traz discussões interessantes sobre a criação de uma cultura de comunicação aberta, feedbacks e franqueza. O autor fala que criar um ambiente de confiança não é fácil, mas que para conseguirmos desenvolver pessoas é importante se importar genuinamente com as pessoas (care personally) e também desafiá-las diretamente (challenge directly). Leitura recomendada para todos que queiram construir uma cultura de feedback e de franqueza”.

Minha história, de Michelle Obama

Recomendado por Tatiana Pimenta, CEO da Vittude

“Provavelmente o melhor livro que li em 2020, e olha que eu li muitos esse ano. A biografia da Michelle Obama me fez refletir muito sobre escolhas, resiliência, dedicação e a importância de acreditarmos em nossos sonhos, manter nossos valores pessoais e não desistir”.

Blitzcaling, de Reid Hoffman

Recomendado por Tatiana Pimenta, CEO da Vittude

“O termo blitzcaling teve como origem o termo blitz, usado a primeira vez na segunda guerra mundial para nomear uma estratégia relâmpago. No ambiente de startups, o termo se refere a um conjunto de técnicas e estratégias que levam empresas a um crescimento rápido e exponencial. As 3 principais técnicas de blitzcaling são inovação no modelo de negócios, inovação estratégica e a gestão da inovação. Muito bom para quem está à frente de startups e empresas de alto crescimento”.

A coragem de ser imperfeito, de Brene Brown

Recomendado por Fernanda Medei, fundadora da Medei

“Ele é perfeito porque fala sobre grandes desconfortos que a humanidade possui como vulnerabilidade, medo, vergonha e principalmente perfeição. As pessoas têm medo de viver incertezas, riscos, e de se expor emocionalmente, mas por quê? Quando você assume que há incertezas na sua vida e medos, por exemplo, se fica mais apto a entender o que acontece ao seu redor e passa a demonstrar essas vulnerabilidades, mas como uma fortaleza, como um ato de coragem, de mostrar quem se é”.

 

Going Horizontal, de Samantha Slade

Recomendado por Sandra Chemin, empreendedora e fundadora do Future You

“Minha sugestão é o livro Going Horizontal, da canadense Samantha Slade (que está para ser lançado no Brasil, mas por hora só está disponível em inglês). A Samantha é uma potência em facilitação de processos de co-criação e inovação organizacional. Tive a honra de conhecer a Sam em um retiro de facilitação na Nova Zelândia há 3 anos e desde então colaboramos em vários projetos. Going Horizontal é um livro que desmistifica conceitos como auto-gestão, liderança horizontal e autonomia e traz práticas simples que líderes podem aplicar no dia-a-dia com suas equipes para criar ambientes de maior confiança e construção coletiva de soluções. Uso suas práticas em vários programas de desenvolvimento de liderança que conduzo no Brasil e na Nova Zelândia”.

Extras

Alguns dos convidados do podcast também são autores de livros sobre carreira, liderança e desenvolvimento pessoal. Confira:

Como ser leve em um mundo pesado: Seu propósito é um plano B?, de Fernando Rocha

O jornalista e palestrante traz em seu livro as reflexões após sua demissão da TV Globo, onde trabalhou por 30 anos. Ele conta como superou o momento e reencontrou seu propósito.

O catador de sonhos, de Geraldo Rufino

O CEO da JR Diesel não esconde seus fracassos: ele conta para todos como já quebrou seis vezes. Lidar com crises sem perder a positividade é praticamente seu poder especial. E seu livro mostra como é superar obstáculos e entender o significado do sucesso.

O futuro não é mais como antigamente, de Andrea Iorio

Especialista em transformação digital em empresas e liderança do futuro, o italiano lançou seu novo livro esse ano para ajudar outros profissionais a lidarem com as incertezas da pandemia. Para 2021, as habilidades descritas no livro vão ajudar a todos a se preparar para o futuro do trabalho e o mundo pós-pandemia.

Fonte: Exame

 

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Imóveis em Curitiba têm valorização real e estabilidade nas vendas

O impacto da pandemia da Covid-19 realmente parece distante do setor imobiliário. Acompanhando o cenário nacional, os números da atividade imobiliária em Curitiba não deixam dúvidas que, se não está no seu melhor momento, como era previsto para o ano de 2020, o mercado de imóveis pelo menos está longe de uma possível retração.

A afirmação vem dos dados da pesquisa apresentada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR) aos seus associados na manhã desta quarta-feira (29), e divulgada em primeira mão pela HAUS, que aponta estabilidade nas vendas de apartamentos residenciais novos (com queda de 3,7%, porcentual considerado dentro da margem de erro).

“A demanda caiu, mas ela não se exauriu. Com a [taxa] Selic baixa, os estoques baixos, as obras ocorrendo dentro do prazo e o horizonte de entrega mantido, o consumidor que não perdeu o emprego e teve sua renda mantida sente-se mais confortável para a compra. Já passamos o pior cenário”, destaca Guilherme Werner, sócio da Brain Inteligência Estratégica, responsável pela pesquisa. “Quando a taxa de juros vem para abaixo de dois dígitos, cada meio ponto porcentual que é tirado da taxa de financiamento abre 1 milhão de novas famílias elegíveis ao crédito no Brasil. Em Curitiba, isso corresponde a cerca de 100 mil famílias”, exemplifica Leonardo Pissetti, presidente da Ademi-PR, ao listar a queda nos juros entre os fatores que favoreceram as negociações no período.

O baixo crescimento do estoque, que avançou 9,4% e atingiu 6.072 unidades à espera de um comprador no fim de junho, é outro dado que sustenta o argumento do setor quanto à demanda por imóveis novos na cidade. Especialmente quando comparado ao número de unidades lançadas no primeiro semestre, que saltou de 955 para 1.653, entre os iguais períodos de 2019 e 2020, com crescimento de 73%.

“Diferente de outras capitais, como São Paulo, onde cerca de 60% das vendas estão dentro do Minha Casa, Minha Vida, em Curitiba [as vendas estão diluídas] em todos os segmentos”, aponta Pissetti. Mesmo assim, os imóveis especiais, como são chamados os compactos de um dormitório, tem se destacado, principalmente por atrair investidores que têm migrado seus investimentos dos imóveis corporativos e das aplicações financeiras para o segmento residencial. “Em um cenário de instabilidade econômica, o ativo imobiliário acaba sendo um ativo de proteção do capital, um investimento seguro, que remunera o investidor melhor do que se ele deixasse o dinheiro [aplicado] em uma renda fixa, por exemplo”, ilustra Werner.

Ganho real
A alta de 5,1% do preço médio do m² privativo – que passou de R$ 7.875 para R$ 8.272 no comparativo entre os seis primeiros meses de 2019 e 2020 -, 3,42 pontos porcentuais acima da inflação acumulada no período (1,68%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA), é outro sinal positivo para o setor. Contribuíram para a alta desde o aumento do custo dos insumos da construção civil e a oferta de imóveis enquadradas nas categorias de luxo e superluxo na capital (com unidades vendidas com preços acima de R$ 1 milhão), que puxam os valores para cima, até a escassez de produtos em determinadas regiões da cidade, como lembra Pissetti.

Os números fazem com que o horizonte de curto prazo se mostre positivo para o mercado imobiliário, frente a toda crise econômica e sanitária gerada pela pandemia, com Valor Geral de Vendas (VGV) acumulado estimado em cerca de R$ 3 bilhões ao final de 2020, contra R$ 1,9 bilhão em 2019.

“A vida em meio à pandemia denota, no meio dela, a compra do imóvel, distanciando o setor imobiliário de outros da economia por se tratar de um item básico. Da caverna até hoje, ninguém inventou nada melhor do que um teto para morar. Então, o setor imobiliário sai mais resiliente, à frente de outros [e apresenta] esse sucesso inesperado”, resume Werner.

Além da moradia
Cenário distinto vive o segmento de unidades comerciais. Seja nas salas ou lajes corporativas, todos os números partem da estabilidade, caso do preço médio do m², corrigido em -0,6% e comercializado a R$ 9.140 no fim de junho, para a queda. O número de unidades vendidas, por exemplo, teve redução de 18,6% no período, somando 210, com o VGV caindo 40,9% em relação ao comercializado no mesmo período de 2019.

“O segmento comercial é um produto que está diretamente ligado à atividade econômica. Se eu tiver redução do PIB [Produto Interno Bruto], é natural que isso respingue com maior impacto em imóveis deste tipo se comparado aos residenciais. É muito cedo para [avaliar como serão os próximos meses]. As pessoas são seres sociais, elas vão voltar aos escritórios. Só que, hoje, o cenário é de indefinição. E, diante dele, a minha leitura é a de que uma queda de 18% não é uma catástrofe em termos de venda, principalmente porque a base é baixa”, avalia Werner.

O segmento não teve unidades lançadas no primeiro semestre deste ano e apresenta estoque de 695 unidades, 6,3% menos do que nos primeiros seis meses do ano passado. “Curitiba teve uma enxurrada de lançamentos comerciais no período do boom, e isso fez com que a cidade tivesse que praticamente só consumir o estoque, passando um bom tempo lançando pouco. O cenário de estabilização deste estoque foi atingido no ano passado, o que já esta abrindo caminho para novos lançamentos”, projeta o sócio da Brain.

Fonte: Gazeta do Povo.

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Cozinhas pequenas e decorações gigantes

Não é necessário ter um espaço enorme para fazer uma composição amigável e bonita aos olhos

Ta aí: decoração de cozinhas. Um assunto bem legal de falar, ainda mais para as pessoas que são verdadeiras amantes dessa arte que consiste em fazer sabores ficarem ainda mais realçados. Mas, não iremos falar de culinárias e nem de receitas – pelo menos não ainda, afinal, né? O nosso foco ainda é decoração. Mas, vamos falar do que interessa: sua cozinha é pequena? Acha que não tem mais espaço para fazer nada? Queria ter ideias fantásticas para decorar e deixá-las iguais às de revista? Então, aqui é o lugar mais indicado para você.

Não precisa mais ficar se preocupando com o espaço, com o resultado final não ser o que espera… Enfim, qualquer desculpa que você queira dar para não aproveitar cada cantinho e fazer uma decoração fantástica, chega ao fim agora. Porque sim! Dá pra ser fantástico com ideias práticas e bem organizadas, afinal, cozinhas pequenas e decorações gigantes só dependem de você.

Cada espaço merece um item de destaque

Vá pelo básico e mais objetivo: cozinhas precisam ter um ponto de destaque. E isso independe dela ser pequena, média ou grande, dá pra fazer isso com todos os tamanhos. Geralmente, balcões ajudam a conferir mais espaço e dar uma sensação bacana. Mesmo sendo pequenas, as cozinhas podem receber esse item. Veja só:

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 Adereços estilosos espalhados pela cozinha

Outra coisa que funciona super bem nas decorações em cozinhas: adereços estilosos. Seja um pote diferente, uma caneca personalizada, utilidades domésticas como colheres, garfos e conchas… Nossa, tem tanto item bacana, até mesmo as travessas e pratos podem ter esse destaque. Quer se inspirar?   

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Saia do tradicional

Cozinhas tradicionais não chamam atenção. Por que manter algo branco e simples se você pode fazer cozinhas com cimento queimado? Adesivos de azulejo? Cores fortes? Utensílios de inox a mostra? Eletrodomésticos diferenciados com adesivos? É mais opção para você ver:

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 Iluminação na cozinha pequena é essencial

Outro fator que favorece a otimização – ou pelo menos essa sensação – de espaço é uma boa iluminação. Cozinhas pequenas e escuras ficam ainda mais com a sensação frio e de pouco espaço. Avive o seu ambiente com luz, seja ela natural ou não, mas sempre buscando algo claro. Deixe a iluminação mais escura para locais que necessitam disso…

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Fonte: ImovelWeb

 

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5 hábitos da quarentena que devemos seguir para sempre

De estratégias para fazer compras em pouco tempo a ritmos mais lentos a serem adotados em casa. Aqui sugerimos 5 hábitos da quarentena que podem melhorar sua vida para sempre

quarentena e o isolamento social mudaram nossa rotina diária. Nesse momento, é necessário ficar em casa. Então, por que não aproveitar esses dias em casa para adotar pequenas mudanças no comportamento diário que podem melhorar a vida e a maneira como a vivemos? Aqui estão 5 hábitos da quarentena que devemos levar para toda a vida.

hábitos da quarentena

Hábitos da quarentena devem ser mantidos (Foto: Shutterstock)

Sempre compre com a lista na mão

Nesse período, mas também no final do isolamento, ir ao supermercado com uma lista é uma excelente estratégia para fazer compras rapidamente. Marcar todos os ingredientes necessários para os menus diários, pensando em como eles são organizados dentro da loja, pode ser muito útil para reduzir o tempo gasto no supermercado. Planejar os menus da semana também pode ajudar a facilitar a maneira como você compra. Tente fazer compras uma vez por semana e evite desperdiçar tempo nos supermercados. Também ajuda a ficar longe de produtos excedentes e, consequentemente, a economizar dinheiro.

Evite desperdício

Uma das regras fundamentais para evitar o desperdício de alimentos é organizar adequadamente a geladeira e a despensa. Como você precisa ficar em casa e ter mais tempo disponível, aproveite o momento para reorganizar os alimentos corretamente, colocando aqueles que expiram primeiro na frente daqueles que podem ser consumidos posteriormente. E não perca esse hábito, hein!

Fique longe de alimentos preparados

Os pratos e alimentos prontos muitas vezes fornecem uma parcela exagerada de gorduras e açúcares que são prejudiciais à saúde. Para manter a saúde em dia, estamos evitando, portanto, ao término da quarentena, continue essa rotina e preze por alimentos saudáveis. A quarentena pode ser o momento certo para preparar pratos como sopas de legumes ou legumes e outros pratos” faça você mesmo “para serem congelados e consumidos quando você não sentir vontade de cozinhar como uma alternativa aos alimentos prontos encontrados no supermercado. As vantagens? Esta pequena estratégia permite reduzir o tempo na cozinha e trazer receitas e pratos mais saudáveis do ponto de vista nutricional.

Reserve algum tempo para si mesmo

Aproveite esse período para passar algum tempo. Por exemplo, comece a praticar a atenção plena, uma prática de meditação baseada na consciência. Ou comece a fazer yoga. Hoje, tutoriais, vídeo aulas e cursos on-line permitem praticá-los mesmo na sala de estar em casa. As vantagens? Eles melhoram o bem-estar psicofísico e promovem o relaxamento. Não pare mais!

Descanse melhor

Vários estudos demonstraram que dormir algumas horas por noite a longo prazo aumenta o risco de sofrer vários distúrbios, como depressão, hipertensão, problemas de memória e excesso de peso. A quarentena pode ser o momento ideal para começar a adotar pequenos hábitos que favorecem a qualidade do descanso. Por exemplo, algumas horas antes de dormir, evite verificar as mídias sociais. A luz do smartphone favorece o estado de vigília e corre o risco de dificultar o sono.

Fonte:ZapImoveis

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Sem sair de casa e on-line: 23 coisas para fazer com os amigos

 

É preciso usar a imaginação e a internet para manter um relacionamento diário com os amigos

Para quem é acostumado com os bares, festas e encontros rotineiros com os colegas, ficar em casa não deve ser uma tarefa fácil, principalmente quando a pessoa tem que ficar por obrigação. Mas nós queremos te mostrar que, além da sua casa ser a protagonista da sua história, existem inúmeras maneiras para você socializar, basta ser criativo. Resolvemos listar 10 coisas para fazer com os amigos mesmo sem sair de casa e tudo on-line. 

Antes de falarmos das 10 dicas, precisamos ressaltar que você irá precisar uma ferramenta para chamada de vídeo, afinal, ela será responsável por fazer a ligação entre todas as pessoas. Você pode fazer a escolha que quiser: FaceTime, Zoom, Google Hangouts, Slack, Skype, Signal, WhatsApp, Facebook Messenger etc.

Aliás, se esses encontros virtuais derem certo, considere torná-los eventos recorrentes. Mas vamos lá:

23 coisas para fazer com os amigos online

Não deixe passar as datas comemorativas sem nenhuma comemoração (Foto: Shutterstock)

1. Coloque um despertador para te lembrar daquele check diário com seus chats em grupo. Parece bobeira, mas não é! Na correria do dia, inclusive trabalhando de casa, é possível esquecer. Pode ser também um invite em sua agenda.

2. Experimente o Marco Polo, um aplicativo surpreendentemente charmoso de videochat assíncrono que é tão bom quanto o Facebook e Instagram para vídeo. (É particularmente bom pra conversar com a família e possui diversos filtros!) Vale ressaltar que é um App inglês. Caso você não curta, faça o mesmo com as redes em português.

3. Use o Netflixparty pra assistir filmes e séries juntos.

4. Converse e jogue jogos online com seus amigos, como por exemplo: stop online. 

5. Faça uma conta no TikTok se você já não tem (pode manter no privado), e peça para os amigos fazerem o mesmo – é um jeito divertido e fácil de fazer e compartilhar coisas engraçadas.

6. Sugira que seu grupo de amigos faça uma “newsletter” semanal por e-mail. (Coisa simples, com um formato estilo “Coisas que li, assisti, ouvi, comi, ri, fotografei e gostei” e outras listas curtas.) Se vocês não gostarem da news, pode compartilhar todas essas informações por meio de outro canal.

7. Faça uma videochamada com um amigo enquanto vocês preparam as refeições da semana.

8. Organize uma festa com dança, estilo baladinha com seus amigos pelo menos de 15 em 15 dias, principalmente se você ama balada e possui um amigo DJ.

9. Desafie um amigo ou parente para um concurso de dança; grave um vídeo com você fazendo uma coreografia, mande pra pessoa, e ela tenta imitar e te mandar um vídeo parecido.


23 coisas para fazer com amigos

Reúna toda galera sempre que possível (Foto: Shutterstock)

10. Monte visuais bacanas no Photoshop para possíveis cenários sociais futuros e compartilhe com os amigos. É tipo uma boneca de papel digital.

11. Faça um desafio de DIY semanal com os amigos criativos, onde vocês escolhem um tema e fazem um projeto ou artesanato usando apenas as coisas que vocês já têm em casa.

12. Ou faça um desafio de arte onde todo mundo cria um desenho ou pintura inspirado num tema, depois faça uma exposição. (O tema pode ser bobinho e, claro, os trabalhos não precisam ser bons.)

13. Comece um clube de receitas onde todo mundo precisa usar o mesmo ingrediente ou cozinhar a mesma receita, depois compartilhar as fotos ou até comer juntos.

14. Combine de almoçar remotamente com seus colegas de trabalho, aí vocês podem conversar como se estivessem no escritório.

15. Dê um jantar de longa distância; cada participante prepara sua refeição mais chique da quarentena, arruma a mesa (com o notebook do outro lado da sua cadeira), coloca uma roupa de festa, acende velas e se serve uma taça de vinho etc. Ótimo para matar a saudade de se arrumar.

16. Realize a festa de beber, conversar e aprender, onde todo mundo faz uma apresentação de PowerPoint de três minutos sobre um assunto aleatório.

17. Comece um bom e velho clube do livro.

18. Também pode ser um clube de matérias, clube de podcasts ou clube de documentários.

19. Faça uma videochamada com um amigo pra se exercitarem juntos.

20. Comece a “planejar” a próxima viagem em grupo, pra um lugar que vocês sempre falaram em ir. (Claro, não dá pra marcar a data, mas ainda dá pra fazer um Google Doc de lugares específicos pra ir, onde ficar, e a época do ano que todo mundo poderia ir.)

21. Combine uma pausa pro café com um amigo todo dia às 11h ou toda tarde às 15h. (Isso ajuda a não se sentir sobrecarregado e fazer uma pausa no seu dia de trabalho.)

coisas para fazer com os amigos online

Pausa para o café é importante (Foto: Shutterstock)

22. Para os encontros acima acima, combine um tema e convide todo mundo pra se fantasiar ou usar acessórios. (Algumas ideias: festa chique, maquiagem do YouTube, coisas de animais e assim vai).

23. Escreva uma carta física de verdade para um amigo que não curte trocar mensagens pelo celular. (Saiba que mesmo tendo um risco de ser exposto ao covid-19, o vírus só sobrevive 24 horas numa superfície porosa como o papel; se a pessoa estiver realmente preocupada, ela pode deixar a carta de “quarentena” por 24 horas depois enviar para o amigo através do correio.

Fonte:ZapImoveis

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7 atividades para distrair as crianças em casa nas férias

Em um ano no qual a maioria das crianças precisou estudar de casa por conta da pandemia do coronavírus, a criatividade dos adultos e da escola foi longe para manter os pequenos ocupados. Com a chegada das férias, os pais precisam continuar atrás de atividades para os filhos, pois eles terão mais tempo livres. Como algumas restrições para o convívio social continuam, separamos sugestões do que fazer com as crianças em casa. Confira!  

1 – Jogos de tabuleiro

Crianças em casa jogando jogo de tabuleiro

Os jogos de tabuleiro são uma opção de lazer divertida e lúdica. Muitos deles distraem e também ensinam. As crianças podem aprender outros idiomas, ciência, história, geografia. Clássicos como Banco Imobiliário e Jogo da Vida dão uma noção de economia, por exemplo. Quebra-cabeças são interessantes para mostrar paisagens do mundo e dependendo da quantidade de peças se tornam um desafio para vários dias. Os jogos de tabuleiro também garantem divertidos momentos em família. 

2 – Cozinhar

7 atividades para distrair as crianças em casa nas férias

Crianças na cozinha precisam estar sempre acompanhadas de adultos. Elas podem acabar descobrindo na gastronomia uma atividade interessante e quem sabe até uma profissão para o futuro. Cozinhar também ensina as crianças a cumprirem regras, já que precisam seguir receitas e medidas. Além disso, também podem soltar a criatividade para sugerir receitas, fazer a cobertura de bolos ou dar formato para os doces, entre várias outras possibilidades.

3 – Pintura com crianças em casa

7 atividades para distrair as crianças em casa nas férias

Uma tela ou papel em branco e bastante tinta: a pintura solta a criatividade da criançada. É uma tarefa na qual ela pode expressar o que está imaginando. Além disso, também existe a opção de livros com figuras para colorir. As opções vão desde animais e plantas até casinhas e personagens famosos de desenhos animados. A variedade de tintas e lápis de cor também não deixa a desejar. É importante delimitar um espaço para a criança fazer suas pinturas a fim de evitar que ela suje a casa.

4 – Leitura para as crianças7 atividades para distrair as crianças em casa nas férias

Apesar da imensa quantidade de distração que existe hoje em dia, a leitura ainda cumpre um papel fundamental na formação das pessoas. Procure ler junto com seus filhos e desperte neles o interesse pelas palavras. Mesmo com celulares, televisão, tablets, eles vão precisar gostar de ler para estudar, se informar e formar pensamento crítico.

5 – Assistir filmes

7 atividades para distrair as crianças em casa nas férias

Com a internet e opções de sites como YouTube e streamings, como Netflix e Disney+, fica fácil distrair as crianças com filmes ou até mesmo desenhos de curta duração. É necessário medir o tempo dos pequenos na frente da TV ou computador. Antes de dar o play, procure ter conhecimento do conteúdo que seu filho está vendo, para qual faixa etária a produção é indicada. Isso evita surpresas na telinha. 

6 – Ouvir música com as crianças / ensinar um instrumento

7 atividades para distrair as crianças em casa nas férias

Outra vantagem da internet são os vídeos com músicas ou apenas as músicas para os pequenos escutarem e dançarem. Para participar com eles desse momento de diversão, os pais podem também apresentar aos filhos o próprio gosto musical. Para ir além, presentear as crianças com algum instrumento musical ajuda a aumentar o interesse delas pelo universo fonográfico. Aprender um instrumento também ensina a ter disciplina.

7 – Apresentando seu trabalho para os filhos

Crianças em casa conhecendo o trabalho dos pais

Se você está de home office, que tal mostrar ao seu filho o que você faz? As crianças têm uma curiosidade natural sobre a profissão dos pais. Em um dia que a agenda esteja mais tranquila, combine com seu chefe de que vai aproveitar o momento para mostrar ao seu filho a rotina do trabalho.

Fonte:ZapImoveis

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6 dicas para criar seu jardim em Apartamento .

Com o constante avanço da urbanização, normalmente, sentimos falta da presença do verde em nosso dia a dia. Cada vez mais, buscamos trazer a natureza para dentro de casa. E se você pretende criar um jardim em apartamento, mas não sabe o que fazer por conta do espaço, confira a seguir algumas dicas que podem ajudá-lo!

1. Jardins verticais

Se você possui uma varanda pequena e sem muito espaço para decoração, você pode optar pelo jardim vertical em apartamento. A vantagem dessa opção é a praticidade de sua criação. Você pode misturar cores, espécies, texturas, etc. Além disso, é você quem decide o tamanho e o formato dele. Brinque com a imaginação!

2. Vasos para varandas

Se você busca um jardim na varanda pequena, mas que possua um espaço que pode ser bem trabalhado, aposte em vasos de plantas. Além de poder combinar cores de vasos, você também pode combinar espécies de vários tamanhos diferentes.

3. Flores em mesas

Caso você possua alguma mesa em sua varanda, seja ela do tipo que for, aposte na decoração com flores! Assim, você vai proporcionar mais cor e vida ao ambiente. Mas cuidado para não exagerar nas cores do jardim. O intuito é deixar a ambientação ainda mais alegre.

4. Móveis confortáveis

Para receber visitas, ter um cantinho do descanso, ler um livro e outros tipos de lazer, nada melhor do que estar ao lado da natureza, não é mesmo? Por isso, é importante decorar seu jardim com móveis confortáveis, como redes, bancos, cadeiras de fibra e até alguns quadros para deixar o ambiente aconchegante.

5. Horta em casa

Você pode também criar uma horta em apartamento dentro de uma caixa, e posicioná-la onde você quiser. Veja as instruções a seguir para criar a sua, lembrando que é indicado cultivar temperos e ervas:

  1. Escolha uma caixa vazada na parte de baixo, para escoar a água da rega, ou um vaso de sua preferência com tamanho suficiente;
  2. Caso opte pela caixa, forre-a com uma manta própria para drenagem;
  3. Espalhe pedras de argila expandida e complete a caixa ou vaso com terra adubada,
  4. Plante as ervas e os temperos de sua escolha com um espaço de, aproximadamente, quatro dedos entre eles!

Lembrando que todos os materiais, como vaso, manta, argila e terra, podem ser encontrados aqui na Petz! Não deixe de conferir nosso catálogo de produtos de jardinagem.

6. Jardins suspensos internos

jardim suspenso, outro nome para jardim vertical, é uma opção para ambientes internos. Como será um local sem muita iluminação, opte por folhagens escuras, que gostam de ambientes com pouca luz. Outras opções de folhagens são trepadeiras e plantas pendentes, para completarem os espaços vazios do suporte.

Além disso, escolha plantas que não necessitem de muita rega, para não sujar tanto o local escolhido. Ademais, opte por suportes de materiais naturais, o que dará um contraste na decoração da sala ou do quarto onde o quadro vivo será montado.

Agora, basta decidir qual das opções você vai seguir para criar seu jardim em apartamento.

Fonte: Petz

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